A ” DIGNIDADE” DAS ESQUERDAS REVOLUCIONÁRIAS

Isto é digno?


Por Ney de Oliveira Waszak


Eu não suporto mais ouvir falar em trajetória digna de militantes de esquerda.
A propaganda, com base nazista, fica repetindo e endeusando esquerdistas, como o bandido e terrorista josé dirceu, codinome Daniel, tendo uma bela trajetória de vida. Vamos ver?
Foi líder estudantil entre 1965 e 1968, ano em que foi preso em Ibiúna, no interior de São Paulo, durante uma tentativa de realização do XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE).
Em setembro de 1969, com mais quatorze presos políticos, deportados do país, em troca da libertação do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, que fora seqüestrado por guerrilheiros marxista-lenistas conhecidos como MR-8 e ALN. Isto é digno?
Que excelente início: preso por participar de convulsão onde houve morte de um estudante e depois de preso foi deportado, por troca exigida por seu grupo TERRORISTA. Isto é digno?
Exilou-se em Cuba e fez plásticas com o objetivo de não ser reconhecido, ao retornar ao Brasil, mas somente retornou definitivamente em 1971, de forma clandestina, com o nome falso de “Carlos Henrique Gouveia de Mello”, instalando-se na cidade de Cruzeiro do Oeste. Isto é digno?
Viveu clandestinamente, em São Paulo, mas quando teve sua segurança ameaçada, retornou a Cuba, sendo que em 1975 volta ao Brasil. Isto é digno?
Em atividade com o Movimento de Libertação Popular, ele teria participado do ASSASSINATO de um sargento da Polícia Militar em São Paulo, em 1972. Isto é digno?
Foi beneficiado pela anistia, e se elegeu deputado, lembro que há época qualquer um que se dizia ter lutado no Araguaia, contra a ditadura era eleito. Conforme já afirmei, a ignorância política do nosso eleitor faz esse tipo de coisa, pois 90% não têm a menor ideia do que foi a guerrilha naquela região, mas a propagando de esquerda implantou o conceito, de que lutavam por democracia, o que é MENTIRA.
Em 1995 foi indicado por lula para disputar no encontro nacional do partido e ganhar a presidência nacional do Partido dos Trabalhadores, cargo para o qual se reelegeria em 1997 e 2001. Dirigir o partido de terroristas e bandidos. Isto é digno?
josé dirceu foi Ministro-Chefe da Casa Civil no governo do presidente luiz inácio lula da silva, de 1 de janeiro de 2003 até 16 de junho de 2005, quando pediu demissão do cargo de ministro, acusado de corrupção. Isto é digno?
Sua demissão ocorreu em meio à crise política, que surgiu após denúncias de corrupção nos Correios e em outras empresas estatais, vindo à tona após acusações do deputado Roberto Jefferson. Isto é digno?
Aproximadamente à meia-noite e meia de 1 de dezembro de 2005, Dirceu teve o seu mandato cassado por quebra de decoro parlamentar. Isto é digno?
Em 9 de outubro de 2012 foi condenado por corrupção ativa no processo conhecido como Mensalão do pt, junto com josé genoíno e delúbio soares, pelo Supremo Tribunal Federal. Isto é digno?
No dia 12 de novembro de 2012 foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão. Isto é digno?
Em 03 de agosto de 2015 foi novamente preso, acusado de envolvimento em mais um caso de corrupção, na operação Lava Jato. Isto é digno?
A mídia comprada e corrompida, no Brasil, ao se referir ao josé dirceu (não houve erro na grafia no nome, inclusive nos anteriores), ou outros da mesma laia, costuma afirmar que têm bela trajetória.
Aproveito para lembrar que os diversos movimentos de esquerda, iniciados em 1960 (não em 1964), desejaram transformar o Brasil em país comunista, ditadura do proletariado, a exemplo de Cuba.
NÃO LUTARAM POR DEMOCRACIA. QUEM MANTEVE A DEMOCRACIA FOI O MOVIMENTO DA REDENTORA DE 1964.
Ney de Oliveira Waszak é Coronel na reserva.
Publicado em ASSUNTOS MILITARES, BRASIL, COMUNISMO, FALCATRUAS DO PT, POLÍTICA BRASILEIRA | Comentários desativados

JORNALISTA NO EXÍLIO NECESSITA SUA AJUDA!

Quando tinha três anos, Alejandro Puentes esteve a ponto de ser seqüestrado na Colômbia. A intervenção dos transeuntes que viram a tentativa de seqüestro evitou o que podia ter sido o pior pesadelo de seus pais.  Andrea e Ricardo Puentes, os pais de Alejandro, superaram sua angústia quando seu filho ficou em segurança. Porém, alguns dias mais tarde, começaram a ser perseguidos por chamadas telefônicas anônimas. Desconhecidos descreviam a roupa das crianças e contavam com precisão o que haviam feito durante o dia. Eles formularam claramente suas exigências: se Ricardo não deixasse de trabalhar, de escrever, seu filho e suas filhas, todos menores de 6 anos de idade nesse momento, estariam em perigo.
Ricardo Puentes é um escritor e um jornalista de investigação da Colômbia. Ele é um dos poucos jornalistas que, apesar do grande risco pessoal, escreve a verdade sobre o grupo narco-terrorista que são as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), e sobre seus agentes infiltrados no governo colombiano. Sua família pagou um preço alto por isso. As ameaças à sua família foram tão extremas que as crianças tiveram que receber educação em sua casa e raras vezes saíam de seu lar. Durante um tempo o governo ofereceu uma certa proteção à família. Porém, em última instância, os artigos de Ricardo incomodavam ao governo. Ricardo revelou, entre outras coisas, o prevaricato cometido por uma promotora que admitiu falsos testemunhos em um processo judicial muito sensível. Ele também revelou um complô para assassinar o Procurador Geral da Colômbia no qual estavam envolvidos empregados da Prefeitura de Bogotá.
Por essas revelações, o dispositivo de proteção que Ricardo tinha foi retirado e as ameaças continuaram, mas desta vez saíam aparentemente de uma fonte institucional: o Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar. O domicílio de Ricardo começou a receber visitas freqüentes de supostos policiais e de funcionários da Prefeitura de Bogotá que afirmavam estar tratando de “vigiar pelo bem-estar” das crianças de Ricardo, ao mesmo tempo em que ameaçavam em levar as crianças para outro lugar. As alegações dessa gente careciam de fundamento, porém as pressões continuaram. Finalmente, Andrea e seus filhos viram-se obrigados a sair da Colômbia e vir para os Estados Unidos. Ricardo permaneceu em Bogotá para continuar seu trabalho até que um dia, em junho passado, foi convocado por um juiz. Durante a audiência, o jornalista foi informado de que havia sido acusado pela promotora corrupta de “difamação agravada” e que sua casa, sua única propriedade, havia sido apreendida. Ricardo se deu conta de que nunca poderia ter um julgamento justo e saiu imediatamente da Colômbia.
Agora Ricardo e sua família estão exilados nos Estados Unidos. Eles ainda não falam inglês, não têm familiares aqui e já não lhes resta nada em seu país de origem.
Conheci Ricardo através de meu pai, Miguel Posada Samper, que morreu há alguns meses. Ricardo e meu pai trabalharam juntos em vários projetos destinados a mostrar e estabelecer a verdade sobre as FARC, sobre sua infiltração no sistema judiciário da Colômbia e sobre a guerra que o narco-terrorismo trava contra o povo e contra o Estado colombiano. Em um de seus últimos artigos, meu pai disse que se as coisas na Colômbia continuassem como estão, “tudo o que nos resta é viver no exílio”. Agora Ricardo e sua família estão exatamente nessa situação. Ricardo Puentes é um homem valente e honesto. Ele não acredita em utopias. Ele acredita no respeito às leis deste país onde espera que sua família possa viver sem temor de ser intimidada, ou acossada e brutalizada psicologicamente. Ele está, certamente, fazendo os trâmites legais necessários para obter a permissão de trabalhar aqui. Isso levará tempo e, antes que consiga, suas possibilidades para manter sua família são muito limitadas.
Se você acredita na liberdade de imprensa e se admira os riscos que alguns jornalistas correm para fazer seu trabalho, por favor, ajude esta família.
Se você acredita no direito das crianças a viver livres de intimidações e do medo constante, por favor, ajude esta família.
Se você sabe o que são as FARC e quais atrocidades cometeram durante décadas na Colômbia, por favor, ajude esta família.
Se você emigrou para os Estados Unidos, e se um dia alguém o ajudou para que pudesse reiniciar sua vida aqui e prosperar, por favor, ajude esta família.

Link para doações: http://www.gofundme.com/ysujwc

Tradução: Graça Salgueiro

Publicado em FARC, FORO DE SÃO PAULO, IBEROAMÉRICA, IMPRENSA, TERRORISMO | Comentários desativados

BUROCRACIA CARTORIAL E RESULTADOS DA “PÁTRIA EDUCADORA”

Cartório

Ruan Varjão Dias

“Infeliz é aquele que precisa fazer uma procuração pública em Salvador”. Esse pensamento me era recorrente toda vez que o painel chamava uma senha diferente da minha. De tanto esperar para ser atendido em consultórios de dentistas e médicos, fazer algum serviço qualquer em repartição pública ou, como era o caso, obter uma procuração pública em cartório (esse já privatizado), desenvolvi uma estratégia peculiar para passar o tempo. Passei a observar as pessoas ao meu redor e tentar inseri-las em uma narrativa mental.

Naquela manhã preguiçosa e improdutiva, muitos foram os personagens da minha narrativa: a senhora que fazia questão de detalhar a cirurgia que estava prestes a ser submetida a uma desconhecida,  a qual demonstrava grande orgulho por conhecer o médico que iria realizar o procedimento; o jovem desleixado que fazia questão de demonstrá-lo através da camisa polo amassada, gola mal dobrada e pelo modo como fazia da cadeira a sua cama, onde provavelmente desejava estar; os irmãos que criavam brincadeiras em meio àquele ambiente cheio de adultos impacientes em virtude da longa espera; a universitária que aproveitava aquele momento para ligar para todos os seus amigos; a filha que acompanhava a mãe idosa e sentia-se feliz por fazê-lo.

Nenhum personagem, no entanto, mereceu mais atenção do que os amigos que conversavam sobre a bíblia e os adolescentes que, posteriormente, comentaram sobre a conversa. Os amigos revelaram desenvoltura para falar sobre a bíblia e seus livros: principiaram pelo Gênesis, rapidamente comentaram sobre o Êxodo e a sua importância para entender a bíblia, adentraram o Novo Testamento, permanceram longamente em Mateus até que encerraram com as suas estratégias pessoais para ler e assimilar lições da bíblia.

A partir daí, não pude mais distinguir o que conversavam do som ambiente. Percebi, então, que ao meu lado, dois adolescentes também escutavam a conversa dos amigos. A partir do momento que também não conseguiram mais ouvir o diálogo, sentiram-se confiantes para tecer seus comentários: começaram acusando os amigos de serem fanáticos religiosos e de que aquele não era o local apropriado para professarem a sua fé, falaram que se sentiram ofendidos pelo “papo bíblico” (assim denominado com ironia) e concluíram que “a religião é o ópio do povo”. A conversa, então, tomou um rumo hilário, quase cômico. Os adolescentes começaram a indagar quem era o autor daquela frase: não sabiam se era Sarte, Rousseau ou Lênin. Tinham certeza que era um dos três e passaram um bom tempo discutindo sobre quem seria o autor daquela frase.

Um dos adolescentes, depois de muita discussão, utilizou o seu celular e descobriu que era Marx: “É Marx, porra. Sabia que era algum autor francês. Só poderia ser francês, lá na França não existem tantos fanáticos e, por isso, eles vivem melhor.” O outro adolescente discordou da nacionalidade francesa de Marx, tinha certeza que era inglês. Resolveram pesquisar novamente e descobriram a nacionalidade do autor. Riram um pouco e concordaram que não importava o autor, o que importava era a profundidade da frase e que a religião realmente era o ópio do povo.

Um dos adolescentes, satisfeito com o término do debate,  acessou a sua conta do Facebook e mostrou ao seu amigo um artigo que havia “curtido”: tratava dos benefícios da maconha. Não pude mais acompanhar aquela discussão, após 3 horas de espera, finalmente, minha senha foi chamada.

O Autor é Engenheiro Químico pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

Publicado em BRASIL, EDUCAÇÃO, POLÍTICA BRASILEIRA | Comentários desativados

WHITE OR RAINBOW HOUSE?

Publicado em ESTADOS UNIDOS, IDEOLOGIA DE 'GÊNERO', MOVIMENTOS ANTICRISTÃOS, POLITICAMENTE CORRETO, POLÍTICA INTERNACIONAL | Comentários desativados

NÃO! AO ACORDO COM IRAN!!!

Publicado em ANTISSEMITISMO, ESTADOS UNIDOS, ISLAM, POLÍTICA INTERNACIONAL, RELIGIÃO, TERRORISMO | Comentários desativados

ISLAM: RELIGIÃO DA INTOLERÂNCIA

ISLAM: RELIGIÃO DA INTOLERÂNCIA

Robert Spencer [i]

Tradução: Heitor De Paola

(As letras indicam notas explanatórias do Tradutor, reunidas no final do artigo, com a apresentação completa das Suras citadas parcialmente pelo Autor)

“O Islam tem uma orgulhosa tradição de tolerância”, proclamou o Presidente Barack Obama em seu discurso para o mundo Muçulmano no Cairo em junho de 2009. “Vemos isto na história da Andaluzia e Córdoba durante a Inquisição. Eu vi em primeira mão durante minha infância na Indonésia, quando devotos Cristãos podiam rezar livremente num país de maioria Muçulmana” [ii].

Infelizmente esta afirmação está longe da verdade. Mesmo durante os Anos Dourados da “tolerância” Islâmica, seria mais correto dizer que os não-Muçulmanos eram tolerados como pessoas de segunda classe e jamais respeitados como iguais nos regimes Islâmicos. Eram vistos como os dhimmis e seus direitos de moradia eram condicionados por regulamentos humilhantes que asseguravam sua subjugação à população Islâmica. Precisavam pagar caros impostos especiais (jizya) previstos no Corão (9:29) [A] [iii] e eram obrigados a usar marcas que os identificavam como cidadãos de segunda classe.

Ainda mais, diferentemente da Cristandade, cujos líderes pediram desculpas pelo tratamento dos Judeus no passado e condenaram as justificativas nas Escrituras pelo mau tratamento, autoridades Islâmicas desde os dias de Mohammed até o presente jamais pensaram duas vezes quando se referem aos Judeus como “macacos e porcos” (cf. Corão 2:63-65 [B]; 5:59-60 [C]; 7:166 [D]) ou considera-los como destinados pela vontade de Deus para a destruição. Estes são alguns dos fatos evidentes da caridosa visão de Obama que obscurecem de uma vez quando líderes Muçulmanos proeminentes, como o Sheik Yousuf al-Qaradawi, o mais conhecido clérigo Muçulmano, chama os fiéis para terminar a exterminação dos Judeus iniciada por Hitler [iv].

Nos países nos quais os Muçulmanos são uma pequena minoria, como nos Estados Unidos, é até plausível a afirmação de Obama. Grupos Muçulmanos têm se acomodado, até agora, à democracia cuja fé secular é a da diversidade e tolerância. Mas em países e comunidades onde os Muçulmanos constituem uma maioria nacional, a face do Islam é muito diferente. Na Arábia Saudita a existência de igrejas Cristãs é proibida, assim como a posse de Bíblias Cristãs; nenhum Cristão ou Judeu pode entrar nas cidades de Meca ou Medina, pois suas pegadas profanariam os lugares sagrados do Islam. Como o Reino dos Dois Lugares Sagrados, a Arábia Saudita tem um status único no mundo Islâmico. Um dos aspectos do status de Meca e Medina [v] é a realização do comando de Mohammed de remover todos não Muçulmanos da Península Arábica [vi]. Meca e Medina representam as aspirações do mundo Islâmico, a antevisão da quintessência da sociedade Islâmica: a ausência de não Muçulmanos.

No Paquistão, Afeganistão e em outros países, a conversão do Islam para a Cristandade já é punida com a morte, de acordo com o mandamento de Mohammed. Na Tailândia, Bangladesh, Paquistão, Iraque, Síria, Nigéria e até mesmo na adorada Indonésia de Obama, as minorias religiosas – Cristãos, Hindus, Budistas e não-crentes – enfrentam ofensas e violenta perseguição religiosa. Estas perseguições são levadas a efeito por Muçulmanos jihadistas que invocam textos e ensinamentos fundamentais Muçulmanos para justificar suas ações. Resumindo, no mundo Islâmico, o qual desde o nove de setembro, vem afundando progressivamente na maré da supremacia Islâmica, o credo de Mohammed se revela como uma religião dos fanáticos e intolerantes e não, como diz Obama, uma religião da paz.

Há fundamento teológico para a intolerância Islâmica. O Corão chama os Judeus e Cristãos que rejeitam Mohammed de “as mais vis criaturas da Criação” (98:6 [E]). Dizem que são “politeístas sujos”, pois os Judeus chamam Esdras o filho de Deus da mesma forma que para os Cristãos é Jesus (9:30 [F), e “que não é adequado que Allah tenha filho” (19:35 [G]) na teologia Islâmica Judeus e Cristãos são tão politeístas como os Hindus – daí que sejam igualmente sujos.

GENOCÍDIO RELIGIOSO


Em março de 2013 o erudito Muçulmano egípcio, Abdullah Badr demostrou como esta crença pode, na prática, ser a explicação do porque os Cristãos lhe causam asco acrescentando “não é um questão de sentir piedade, mas asco mesmo, sinto repugnância. Entendeu? Asco, eles me deixam doentes, não posso sentir seu cheiro ou …. não gosto deles, esta é a minha escolha. E eles me enjoam, seu cheiro, seu olhar, tudo. Eu me sinto mal, mal” [vii].
Esta repugnância combinava-se com imperativos derivados do Corão, como “matar os politeístas sempre que encontra-los” (9:5 [G]) e subjugar os Povos do Livro (9:29 [H) para fazer da história Islâmica a limpeza de regiões inteiras de populações não-Muçulmanas. Eliminar outras religiões, como na Sura 8:39 [I] (“lutar…..até que todas as religiões sejam a de Allah”) e assegura-se de que todos os não-Muçulmanos que permanecerem sejam conquistados e submissos, é o objetivo principal da jihad [J]. Como um Bah’ai iraniano observou a V. S. Naipaul durante suas viagens no mundo Islâmico, “esses Muçulmanos são um povo estranho. Possuem uma mentalidade velha, muito antiga. Eles são muito maus com as minorias” [viii].
A transformação de Constantinopla após sua conquista em 1453 ilustra os efeitos do fanatismo Muçulmano. Antes da conquista Islâmica Constantinopla era o centro da Cristandade Oriental e a segunda cidade de toda a Cristandade, como também a maior rival ao esplendor e autoridade de Roma. Sua Catedral de Hagia Sofia, construída pelo Imperador Justiniano no século VI era a maior e mais celebrada igreja do mundo Cristão até a construção da Basílica de São Pedro no Vaticano. Até 1914 Constantinopla tinha uma população quase 50% Cristã. Hoje, como resultado da perseguição religiosa, é 99,99% Muçulmana [ix].
Após a conquista Islâmica a Catedral de Hagia Sofia, tal como tantas outras igrejas Cristãs antes e depois, foi transformada numa mesquita. Após a secularização da Turquia a mesquita foi convertida em museu pelos secularistas e agora está em vias de voltar a ser mesquita. Mesmo que a Turquia secular não obrigasse à lei islâmica (Shari’ah), considerava o Islam despolitizado como essencial para a identidade turca – a expensas da população Cristã.  Em Tur-Abdin, no sudoeste da Turquia, em 1960 havia 150.000 Cristãos, hoje são pouco mais de 2.000 [x]. Os demais fugiram em razão da hostilidade e agressões dos Muçulmanos.
Ocasionalmente, as autoridades Islâmicas acham politicamente conveniente recorrer explicitamente às paixões genocidas inspiradas por Mohammed e as usam para incrementar a fúria da população contra os dhimmi [K] que estariam atraindo o desgosto de Allah sobre a maioria da comunidade, por sua simples presença entre eles. Num prenúncio da catástrofe Armênia que ocorreria na Turquia vinte anos depois, o sultão Otomano Abdul Hamid começou uma série de sangrentos ataques contra os Cristãos Armênios que se inquietavam no leste da Anatólia em 1895. Os Armênios cometeram o erro de abraçar noções ocidentais de direitos humanos e começar a questionar sua condição de dhimmi. De acordo com Lord Kinross, historiador do Império Otomano, oferecia-se aos Armênios, “à ponta de baioneta, a escolha entre a morte e a conversão forçada ao Islam” [xi]. O genocídio que seguiu durante a Primeira Guerra foi uma manifestação da mesma tensão jihadista presente no Islam e levou à morte de um milhão e meio de Armênios.
Na própria Turquia a população Cristã declinou de 15% em 1920 para 1% hoje. Na Síria caiu de 33% para 10% no mesmo tempo. Desde que os turcos ocuparam o norte de Chipre em 1974, igrejas foram espoliadas de seus ícones que inundaram o mercado na Grécia. Os Turcos converteram várias igrejas para uso secular, tentando fazer o mesmo até com o mosteiro secular de São Macário, transformando-o num hotel, onde os cipriotas Cristãos não podem nem se aproximar, muito menos entrar [xii].
Da mesma forma, na Tunísia, “no início dos anos 50 metade dos habitantes de Túnis eram Católicos, mas com a declaração de independência em torno de 280.000 Católicos Tunisinos foram expulsos. Hoje não há nem um décimo daquele número e a maioria das igrejas estão fechadas ou fora de uso” [xiii].
Antes da guerra do Golfo o número de Cristãos no Iraque era próximo de um milhão, de acordo com algumas estimativas [xiv].  Mas com Shi’itas e Sunitas competindo pelo poder num país devastado pela guerra, mais da metade dos Cristãos, aproximadamente 500.000, fugiram para não se arriscar ao tratamento preparado para eles pela maioria Muçulmana. Isto não quer dizer que o brutal regime de Saddam Hussein fosse particularmente hospitaleiro com os Cristãos iraquianos. Mesmo sob seu regime relativamente secular, no qual o Primeiro Ministro Tariq Aziz era um Católico Caldeu, a pequena comunidade Cristã sofria violências ocasionais da maioria Muçulmana. Além de surtos de aberta perseguição incluindo assassinatos, os Cristão eram rotineiramente pressionados a renunciar à sua religião e a casar como Muçulmanos(as) [xv]. Mas, após a remoção de Saddam e a instituição da Constituição Islâmica a situação piorou exponencialmente.

Desde a ascensão da Irmandade Islâmica no Egito, permitida pela Administração Obama, o fanatismo e a intolerância Islâmicas foram dirigidas com enorme violência contra os Coptas, Cristãos caracteristicamente egípcios. Recentemente multidões Islâmicas, com o apoio dos supremacistas Muçulmanos, atacaram a Catedral de São Marcos, a sede do Papa Copta. Hoje em dia Coptas estão fugindo em bandos. A NBC News relatou em junho de 2013: “O número de egípcios recebendo asilo nos Estados Unidos quintuplicou nos últimos anos” [xvi].
Em Belém, terra natal de Jesus, a população, era 85% Cristã em 1948, mas em 2006 somente 12% seguiam a religião de seu mais famoso Filho e até mesmo esta pequena percentagem certamente diminuiu muito [xvii].
A intolerância Islâmica está fazendo com que Cristãos abandonem seus lares em todo o Oriente Médio. “Há um século”, observou Simon Kent no Toronto Sun de junho de 2013, “mais de 20% da população da região era Cristã e em 1980 lugares como o Líbano tinham uma maioria Cristã. Agora, com a diminuição do número de Cristãos o Líbano está dividido entre querelantes Shi’itas do Hezbollah e Sunitas fanáticos. Estimativas colocam a população Cristã no Oriente Médio abaixo de 5% e diminuindo rapidamente – e o número apenas permanece neste nível por causa dos Cristãos Coptas que ainda não deixaram o conflagrado Egito” [xviii].
A eliminação de Cristãos do Oriente Médio desde que Osama bin Laden  lançou a e Jihad Islâmica a sério é conhecida. A jihad é a maior limpeza populacional dos tempos modernos, fazendo com que as limpezas “étnicas” parecessem menores, e ocorreu quase silenciosamente, sem alarde. – enquanto observadores superficiais, incluindo o ocupante da Casa Branca, entoassem loas sobre a “tolerância” Islâmica.
Numa reclamação vigorosa que poderia soar paranoica se não fosse tão obviamente verdadeira, Gregório III o Patriarca de Antióquia da Igreja Católica Melquita Grega, declarou em 2006: “Após 11 de setembro ocorreu um complô para eliminar todas as minorias Cristãs no mundo Árabe. Nossa mera existência arruína a equação segundo a qual os Árabes não podem ser outra coisa que Muçulmanos e Cristãos são ocidentais” [xix].
Nem é apenas no Oriente Médio Árabe que esta eliminação está sendo conduzida. O ativista Hindu Bharati Krishna declarou: “Quando o Paquistão foi fundado em 1947, 24% da população era Hindu. E agora a percentagem de Hindus no Paquistão não chega a 2%. O que aconteceu com os demais? A maioria foi assassinada sem misericórdia pelos fanáticos Muçulmanos e o resto foi forçado a se converter ao Islam”. Krishna acrescenta que “o mesmo aconteceu com os Hindus em Bangladesh. A percentagem da população Hindu em Bangladesh em 1947 (então chamado Paquistão Oriental) era de 31%, mas foi declinando e hoje está em torno de 9%. A conversão religiosa maciça e o assassinato de Hindus foram as razões para este declínio” [xx].
SUBMISSÕES ISLÂMICAS TRADICIONAIS
A intolerância aos não-Muçulmanos acrescentada à limpeza religiosa são tão antigas quanto o próprio Islam. O Islam se originou na Península Arábica entre o final do século VII e o início do VIII [xxi]. Antes do seu advento, o Egito, a Líbia e todo o norte da África eram Cristãos há várias centenas de anos. Também a Palestina, o Líbano, a Síria e a Ásia Menor. As igrejas às quais São Paulo dirigia suas cartas eram localizadas na Ásia Menor, a moderna Turquia, assim como a região da moderna Grécia. Antióquia, Constantinopla (a moderna Istambul) e Alexandria eram três dos mais importantes centros Cristãos no primeiro milênio. Mas, então, vieram os exércitos Árabes e finalmente aquelas terras foram islamizadas – não porque o Islam tivesse um grande poder de dissuasão e convencimento levando grande parte da população da área a se converter à religião dos conquistadores, mas porque os não-Muçulmanos foram forçados a aceitar um status social humilhante de gente de segunda classe. Foi a intolerância forçada pela espada. A conversão ao Islam era a única maneira de viver uma vida razoavelmente decente ou, em muitos casos, a tão somente sobreviver, e desta forma as populações Cristãs dessas áreas rapidamente diminuíram.
Não havia tolerância com o “outro”, como muitos comentários enganosos clamam. Para os exércitos Muçulmanos invasores, não bastava conquistar seus rivais, senão que a população nativa precisava se submeter e ter sua religião humilhada. O historiador Bat Ye’or conta que quando os invasores Árabes invadiram o Egito no século VII, “Sofronius, Bispo de Jerusalém, durante seu sermão do Dia da Epifania do ano 636, deplorou a destruição de igrejas e mosteiros, as vilas saqueadas, os campos devastados, as cidades queimadas pelos nômades que percorriam o país. Numa carta do mesmo ano para Sergius, Patriarca de Constantinopla, ele menciona as razias perpetradas pelos Árabes Muçulmanos. Milhares de pessoas pereceram em 639 vítimas da fome e das pragas que resultaram dessas destruições” [xxii].
Uma vez que os Muçulmanos estejam entrincheirados no poder eles começam a coletar a jizya, a taxa que os não-Muçulmanos devem pagar, e não são de pequena monta. Um cronista medieval escreveu sobre uma das cidades submetidas à shar’iah: “É impossível descrever a posição lamentável dos habitantes que chegaram até a oferecer seus filhos em troca das enormes somas que deviam pagar mensalmente, não encontrando ninguém que os ajudasse, pois Deus os abandonara e os entregara nas mãos dos inimigos.” [xxiii]. No século XIV o pioneiro sociólogo e historiador Ibn Khaldûn [xxiv] explicou quais as opções para os Cristãos: “É (a conversão) ao Islam ou o pagamento da jizya ou a morte” [xxv].
Segundo a lei Islâmica, a shar’ia [L], os Muçulmanos que tratavam os “infiéis” com tal intolerância implacável não o faziam por excesso de zelo, apenas seguiam os exemplos do Profeta quando expulsou de Medina as três tribos Judaicas: “Foi narrado que pela autoridade de Ibn Umar que os Judeus de Banu Nadir e Banu Quraiza lutaram contra o Mensageiro de Allah que expulsou Banu Nadir e permitiu a permanência de Quraiza, assegurando sua proteção até que eles lutaram novamente contra ele. Então ele matou todos os homens e distribuiu suas mulheres e propriedades entre os Muçulmanos, com exceção daqueles que se juntaram ao Mensageiro de Allah, abraçaram o Islam e gozaram de sua proteção. O Mensageiro virou-se contra os Judeus de Medina, Banu Qainuqa…e os Judeus de Banu Haritha e todos os demais Judeus que estavam em Medina” [xxvi].
À luz da violência com a qual Mohammed propagou o Islam há uma nítida ameaça implícita em seu famoso convite ao Imperador Bizantino Heráclito: “Abrace o Islam e você estará a salvo” [xxvii]. Heráclito não abraçou o Islam e finalmente Bizâncio sucumbiu à espada da jihad.
Estes testemunhos e ações do Profeta (haddith) construíram a fundação da cultura de intolerância e fanatismo e dos expurgos religiosos. Os antigos reinos da Cristandade, hoje reconhecidos universalmente como parte do mundo Islâmico, somente vieram a sê-lo da mesma forma que aquelas tribos Judaicas da Arábia se islamizaram: por terem sido banhados em sangue e subjugados pela força.
As cláusulas da jizya e da sujeição dos não-Muçulmanos na shar’ia não foram aplicadas com força total desde a metade do século XIX, mas o retorno à aplicação estrita da lei é o objetivo dos jihadistas atuais que buscam restaurar a ortodoxia da fé. Estes estão no controle dos dois maiores países do Oriente Médio. Em março de 2007 gangs de Muçulmanos batiam nas portas dos Cristãos em Baghdad exigindo o pagamento da jizya [xxviii]. Em dezembro de 2011 Yassir Al-Burhami, um líder salafista (movimento egípcio de rigorismo Muçulmano) reiterou a clássica lei islâmica a respeito dos dhimmis: “Designar infiéis a posições de autoridade sobre Muçulmanos é proibido. Allah disse: ‘Allah jamais permitirá aos infiéis qualquer forma  (de triunfo) sobre os Crentes’ (Corão, 4:141 [M]). Ele também declarou que os Muçulmanos do Egito deveriam também começar a coletar a jizya dos Cristãos.
Al-Burhami também citou os precedentes de Muhammad como guia para os Muçulmanos que vivem em países nos quais ainda são minorias: “Os Muçulmanos podem usar todas as formas de conduta usadas pelo Profeta Muhammad. Que ele ainda estava em Meca ele lidou com os infiéis de uma certa maneira e quando os Muçulmanos estiverem em minoria ELES PODERÃO LIDAR COM OS INFIÉIS DESTA MANEIRA. ‘Abstenham-se de qualquer ação, rezem e paguem a zakkat’. Em muitos países infiéis, como a Palestina ocupada, instruímos os Muçulmanos a fazerem exatamente isto. Nós não mandamos os Muçulmanos em Gaza lançar foguetes todos os dias, o que poderia levar à completa destruição do país inteiro. Mandamos que eles adiram ao cessar-fogo. Quando o Profeta Muhammad chegou em Al-Madinah (Medina) ele assinou um tratado de paz com os Judeus sem força-los a pagar a jizya. Isto era necessário no momento. Mas quando eles violaram o tratado, ele os combateu e, finalmente, impôs a jizya sobre o Povo do Livro. Podemos lidar com os Cristãos (do Egito) como com os Judeus de Al-Madinah. Isto é possível”  [xxix].
A ideia que os Cristãos “devem se sentir submissos” (Corão 9:29) em terras Muçulmanas continua viva. Quando a primeira igreja Católica no Qatar abriu, em março de 2008, ela não tinha cruz, nem sino, nem campanário e nenhum sinal religioso. “A ideia”, explicou o Pastor Padre Tom Veneración, “era ser discreto porque não queremos inflamar nenhuma sensibilidade” [xxx]. Nas Filipinas a igreja na então cidade Muçulmana de Marawi também não tinha cruz. Um Padre Católico, Padre Teresito Soganub, explica: “Para evitar discussões e desentendimentos nós plantávamos a cruz no fundo dos nossos corações”. Sonagub, de acordo com agência Reuters, “não usa Crucifixo nem o colarinho clerical e usa uma barba em respeito a seus vizinhos Muçulmanos”. Ele celebra poucos casamentos, já que porco assado é um alimento básico para as festas dos Católicos filipinos [xxxi] e isto ofenderia os Muçulmanos.
É Fácil perceber porque esta discrição. Pregando numa mesquita em Al-Damam, Arábia Saudita, o sheik Muhammad Saleh Al-Munajjid, recomendava o ódio aos Cristãos e Judeus como uma causa justa: “Os Muçulmanos devem” educar seus filho para a jihad. Este é o grande benefício da situação: educar as crianças para a jihad e odiar os Cristãos, os Judeus e os infiéis; educa-las para a jihad e reavivar o fogo da jihad em suas almas. Isto é o que é necessário agora” [xxxii].
O ódio às outras religiões, particularmente à Cristandade e ao Judaísmo, está manifesto na atitude a favor da conversão forçada nos países de maioria Muçulmana. A conversão do Islam ao Cristianismo é geralmente perseguida nestes países, principalmente no Paquistão e na Arábia Saudita, e praticamente todas as autoridades religiosas do mundo Muçulmano concordam que estes indivíduos merecem a morte. O próprio Profeta mandava: “Qualquer um que mude sua religião Muçulmana por outra, matem-no” [xxxiii]. Esta continua sendo a posição de todas as escolas de jurisprudência Islâmica, embora haja alguma discussão se a lei se aplica somente aos homens ou também às mulheres.
Na Universidade Al-Azhar, no Cairo, a mais prestigiosa e influente instituição no mundo Islâmico, o manual por ela certificado como um guia confiável para os Muçulmanos Sunitas, diz: “Quando uma pessoa atingiu a puberdade e é sadia e voluntariamente apostasia o Islam, merece ser morta”. Embora teoricamente o direito de matar um apóstata é reservado ao líder da comunidade à qual ele pertença e outros Muçulmanos possam ser punidos se tomarem este direito para si, na prática um Muçulmano que mata um apóstata não precisa pagar nenhuma indenização nem praticar nenhum ato expiatório (como precisaria em outras casos de assassinato pela clássica lei Islâmica). Esta acomodação existe porque matar um apóstata “é matar alguém que merece morrer” [xxxiv].
INTOLERÂNCIA ISLÂMICA E ISLAMOFOBIA
Dado a longa e vergonhosa tradição de intolerância, é extremamente perverso que os porta-vozes Islâmicos rotineiramente acusam aos que apontam os fatos acima sobre o Islam de … intolerância. De acordo com esses porta-vozes e seus crédulos simpatizantes da esquerda, qualquer observação sobre a cruel realidade do mundo Islâmico é evidência de “Islamofobia” –ódio irracional de todos os Muçulmanos e não apenas daqueles que utilizam o terrorismo em nome de Allah ou brutalizam mulheres como obrigação religiosa. Inúmeros relatos amplamente publicados, incluindo um do Center for American Progress, ligado ao Partido Democrata, publicamente culparam figuras conservadores proeminentes que criticaram a misoginia, a intolerância e o terrorismo promovido pelas instituições Muçulmanas e as estigmatizaram de “Islamofóbicas” [xxxv].
O termo Islamofobia é uma das armas preferidas da Irmandade Muçulmana e suas aliadas, as organizações jihadistas no Ocidente. Grupos da Irmandade Muçulmana como Council on American-Islamic Relations (CAIR), ligado ao Hamas, utilizam este termo para acusar de crimes de pensamento as preocupações legítimas com a intolerância, a misoginia e o apoio a entidades terroristas como o Hezbollah e o Hamas. Voltaire disse “Saber quem o governa (ou, no caso, querem governar) é saber quem você não pode criticar”.
A campanha para suprimir todos os links do Islam com o terrorismo Islâmico cresceu após o ataque as Torres do WTC, quando grupos da Irmandade Muçulmana e seus aliados esquerdistas prevaleceram na Administração Obama e conseguiram remover toda menção ao Islam e à jihad dos manuais de treinamento antiterrorista  do FBI e outras agências. Estes agentes esquerdistas num estado lamentável de despreparo são incapazes de avaliar inteligência sobre ameaças jihadistas. Esta condição de ignorância proposital rendeu amargos frutos em abril de 2013 quando terroristas islâmicos explodiram uma bomba na maratona de Boston. Tanto os russos como o governo saudita avisaram ao FBI sobre as intenções de Tamerlan Tsarnaev. Mas o FBI descartou os avisos porque seus agentes estavam cegos em relação a suas conexões com a jihad islâmica global e consideram-no como um “nacionalista” Checheno, engajado numa luta que era problema russo e nada tinha a ver com os Estados Unidos.
O objetivo da campanha que inventou a “Islamofobia” é desarmar o Ocidente face às ameaças Islâmicas, e, além disso, criar nas sociedades livres as disposições blasfemas da lei islâmica, proibindo qualquer crítica ao Islam. Esta proibição impediria, por exemplo, o reconhecimento do ódio aos Judeus que permeia os textos sagrados do Islam, bem assim como os pronunciamentos dos líderes Islâmicos [xxxvi]. O que também tornaria nulo e vazio a Primeira Emenda da Carta de Direitos. A adoção de leis criminalizando a “Islamofobia” impediria também qualquer crítica aos maus tratos institucionalizados de mulheres e gays.
Se esta possibilidade parece improvável, considerem que os conselhos estudantis de quatro de nossas Universidades de elite incluindo UCLA e Berkeley aprovaram por unanimidade de votos resoluções anti-Islamofobia exigindo tolerância zero com aqueles que expressam opiniões assim consideradas. Uma das principais defensoras destas resoluções e líder de dois fronts da Irmandade Islâmica, Sadia Saifuddin, foi recentemente nomeada pelos diretores do sistema de Universidades da Califórnia para representante de todos os estudantes [xxxvii].
Leis blasfemas protegendo o Islam podem não ser adotadas no Ocidente, mas as turbas Islâmicas estão prontas para força-las. No outono de 2005 violentos distúrbios Muçulmanos, que resultaram na morte de mais de cem pessoas ocorreram por causa da publicação de cartuns sobre Mohammed na Dinamarca. Na onda da indignação causada pelos distúrbios um grupo de escritores publicou um manifesto intitulado “Juntos enfrentaremos o Novo Totalitarismo” [xxxviii]. Esta genuína manifestação contra a intolerância, declarava: “Depois de termos vencido o fascismo, o Nazismo e o Stalinismo, o mundo agora se encontra frente a uma nova ameaça totalitária global: o Islamismo. Nós, escritores, jornalistas, intelectuais clamamos pela resistência ao totalitarismo religioso e pela promoção da liberdade, iguais oportunidades e valores seculares para todos. Recusamos renunciar ao nosso espírito crítico por medo de sermos acusados de “Islamofobia”, um execrável conceito que confunde crítica ao Islam como religião e estigmatização dos que nele creem. Defendemos a universalidade da liberdade de expressão, de modo que um espírito crítico possa existir em todos os continentes, em relação a todo e qualquer maltrato por razões dogmáticas” [xxxix].
OS CANÁRIOS NA MINA DE JIHAD ISLÂMICA
Os principais alvos da intolerância Islâmica, os canários nas minas [xl] para avisar a todos os não-Muçulmanos no caminho da jihad são, obviamente, os Judeus e o Estado de Israel. Os líderes Islâmicos têm afirmado ad nauseam seu desejo de que o Estado Judeu cesse de existir – uma agenda genocida por si mesma que só pode ser levada a efeito através de um Holocausto no Oriente Médio. Mahmoud Ahmadinejad, o Ex-presidente do Iran clamou por este Holocausto (sem nenhuma dissenção de monta do mundo Muçulmano), dizendo que “o aniquilamento do regime Sionista ocorrerá” e que já tinha sido previsto pelo Ayatollah Khomeini: “O Iman disse que este regime ocupando Jerusalém deve desaparecer das páginas no tempo” – uma declaração geralmente, mas não acuradamente, traduzida no Ocidente por “o Iman disse que Israel deve ser varrido do mapa”.
Noutras ocasiões, Ahmadinejad esclareceu o objetivo: “A Islâmica umma [xli] (comunidade dos Crentes) não permitirá que seu inimigo histórico [Israel] viva em sua terra sagrada”, e “não podemos admitir nenhum compromisso relacionado com a Palestina …. Isto significaria a derrota do mundo Islâmico”. Na mente de Ahmadinejad a destruição de Israel não tarda: “Não há dúvida de que a nova onda (de ataques) na Palestina logo varrerá esta chaga desgraçada [Israel] da face do mundo Islâmico”. Os palestinos tornaram este objetivo genocida mais claro. Nas palavras de Mahmoud al-Zahar, fundador do Hamas: “Não há lugar entre nós para vocês Judeus e vocês não têm futuro entre as nações do mundo. Vocês estão marcados para o aniquilamento” [xlii].
Hassan Nasrallah, o líder do Hezbollah (Partido de Allah) proclamou o mesmo objetivo: “Se eles [os Judeus] se juntarem todos em Israel eles nos pouparão o trabalho de persegui-los no mundo inteiro” e num pronunciamento de 1992 o Hezbollah declarou “guerra aberta até a eliminação de Israel e até a morte do último Judeu na Terra” [xliii].
Este ódio aos Judeus e à sua existência emana diretamente do chamado de Mohammad a todos os Muçulmanos para “enfrentar os Judeus e mata-los” até o último deles. Neste sentido o Sheik Yusuf al-Qaradhawi, o líder espiritual da Irmandade Muçulmana que a Administração Obama ajudou a colocar no poder no Egito, proclamou: “Através da história, Allah impôs a punição sobre o povo  [Judeu] por sua corrupção. Da última vez que ele fez isto foi através de Hitler. Por meio de tudo que ele fez a eles – embora eles [Judeus] exageram sobre os resultados – ele conseguiu coloca-los em seu lugar. Aquilo foi punição divina. Se Allah assim o desejar, da próxima vez eles estarão nas mãos dos Crentes…” [xliv].
Para os jihadistas os Judeus são apenas a primeira linha de ataque. Em 1998 o World Islamic Front liderado por Osama bin Laden, declarou formalmente “a jihad contra os Judeus e os Cruzados”, significando as nações Cristãs (como são chamadas pelos jihadistas) da América e da Europa. A fatwa [N] declarava: “a morte dos Americanos e seus aliados – civis e militares – é um dever pessoal de todos os Muçulmanos em qualquer país em que seja possível fazê-lo” [xlv].
Na conferência “O Mundo sem Sionismo” ocorrida em Teerã em outubro de 2005, os delegados cantaram “morte a Israel, morte à América, morte à Inglaterra” enquanto o anfitrião, Ahmadinejad, sob os aplausos da assembleia, predizia que “com a ajuda do Todo Poderoso muito em breve teremos um mundo sem América e Sionismo, apesar daqueles que duvidam” [xlvi].
Tal como Ahmadinejad. Nassan Nasrallah também quer a destruição da América: “Que o mundo todo me ouça. Nossa hostilidade ao Grande Satã [América] é absoluta …. Sem levar em consideração de como o mundo mudou depois de 11 de setembro, ‘Morte à América’ continuará sendo nosso reverberante e poderoso slogan, ‘Morte a América’”.


[i] Diretor do site Jihad Watch e autor dos best sellers The Politically Incorrect Guide to Islam (and the Cruzades), The Truth about Muhammad e Not Peace but a Sword: The Great Chasm Between Christianity and Islam
[ii] Discurso de Obama no Cairo, New York Times, quatro de junho de 2009
[iii] N do T: As letras indicam notas explanatórias do Tradutor, reunidas no final do artigo, com a apresentação completa das Suras citadas parcialmente pelo Autor.
[iv] “Sheik Yousuf al-Qaradawi: Allah impôs Hitler sobre os Judeus para puni-los – Se Allah desejar da próxima vez será pelas mãos dos Crentes”, MEMRI-TV.org, 28-30 de janeiro de 2005
[v] N do T: O nome original era Yastrib e foi mudado quando da Hijra (fuga de Mohammed de Meca). Yastrib tornou-se, em sua honra, Madinat al-Nabi – Cidade do Profeta – onde Muhammad está enterrado na al-Masjid an-Nabawi – a Mesquita do Profeta
[vi] “Eu expulsarei os Judeus e Cristãos da Península Arábica e não deixarei ninguém que não seja Muçulmano” (Sahih Muslim 19, 4366)
[vii] Raymond Ibrahim, video: “I hate Christians and Am disgusted by them – Muslim Cleric”, in RaymondIbrahim.com, 1º de abril de 2013.
[viii] V. S. Naipaul, Among the Believers: An Islamic Journey, Vintage Books, 1982, p. 18
[ix] Philip Mansel, Constantinople: City of the World Desire 1453-1924, St. Martin’s Griffin, 1998, p. 437
[x] Aid to the Church in Need, “Religion Freedom in the Majority Islamic Countries 1998 Report:Turkey”, op.cit
[xi] Lord Kinross, The Otoman Centuries: The Rise and Fall of the Turkish Empire, Morrow Quill 1979, pp. 559-560
[xii] Aid to the Church in Need, “Religious Freedom in the Majority Islamic Countries 1998 Report: Cyprus”, op. cit.
[xiii] Ibid.
[xiv] Luiza Oleszczuk, “Christians could disappear from Iraq and Afghanistan”, Christian Post, 30 de dezembro de 2011.
[xv] Aid to the Church in Need, “Religious Freedom in the Majority Islamic Countries 1998 Report Iraq: http://alleanzacatolica.org/acs/acs_english/report_98/iraq.htm
[xvi] Charlene Gubash, “Egypt’s Coptic Christians say they are no longer safe”, NBC News, 20 de junho de 2013.
[xvii] Stephen Farrell and Rana Sabbagh Gargour, “All my staff at the church have been killed – they disappeared
[xviii] Simon Kent, “Christians face being driven from the Middle East”, Toronto Sun, 9 de junho de 2013.
[xix] “We are the Church of Islam: Interview with de Patriarch Antioque Grégoire III Laham”, 30 Days, Issue No. 10, 2005
[xx] Bharati Krishna, “Pakistan Hindus mercilessly killed, forcibly converted do Islam”, Haindava Keralam, 29 de abril de 2012.
[xxi] No início do século VII (622) se aceitarmos o relato canônico da vida de Mohammed.
[xxii] Bat Ye’or, The Decline of Eastern Christianity Under Islam: From Jihad to Dhimmitude, Farleigh Dickinson University Press, 1996, p. 44
[xxiii] Citado por Bat Ye’or, op. Cit., pp. 271-272
[xxiv] N do T: Scholar Mediterrâneo do século XIV, da região onde hoje é a Tunísia, Abd-ar-Rahmân Abû Zayd ibn Muhammad ibn Muhammad ibn Khaldûn al-Hadramî (1322-1406). Um dos principais historiadores Muçulmanos. Suas principais obras são Muqaddimah (Uma Introdução à História) e At Ta’rîf bi-ibn Khaldûn wa rihlatuhu gharban wa-sharkan (Biography of Ibn Khaldûn and His Travel in the West and in the East).
[xxv] Bat Ye’or, p. 296
[xxvi] Sahih Muslim, traduzido para o Inglês por Abdul Hamid Siddiqi, Kitab Bhavan, edição revista 2000, vol. 3, livro 17, nº 4364
[xxvii] Este incidente é quase certamente apócrifo, não obstante é considerado autêntico na tradição Islâmica. Muhammed Ibn Ismaiel Al-Bukhari, Sahihal-Bukhari: The Translation of the Meanings, traduzido para o Inglês por Muhammad M. Khan, Darussalam, 1997, vol. 4, livro 56, nº 2941
[xxviii] “Muslims Forcing Christian Assyrians in Baghdad Neighborhood to pay ‘Protection Tax’” , Assyrian International News Agency, March, 18, 2007
[xxix] “Egyptian Salafi Leader Yassir Al-Burhami Compares the Christians of Egypt to the Jews of Al-Madinah”, Middle East Media Research Institute (MEMRI), December 3, 2011.
[xxx] Sonia Verma, “First Catholic Church Opens in Qatar, Sparking Fear of Backlash Against Christians” Fox News, 14 de março de 2008.
[xxxi] Carmel Crimmins, “Phillipines’ Islamic city proud to be diferent”, Reuters, 17 de março de 2008.
[xxxii] Este sermão não está datado. Como outros citados aqui está postado no site Saudita Al-Minbar (www.alminbar.bet).
[xxxiii] Muhammad Ibn Ismaiel Al-Bukhari, Sahih al-Bukhari: The Translations of the Meanings, translated by Muhammad M. Khan, Darussalam, 1997, vol 9, livro 84, nº 57 (ver também a nota L).
[xxxiv] Reliance of the Traveller, o8.1, o8.4.
[xxxv] Wajahat Ali, Eli Clifton, Matthew Duss, Lee Fang, Scott Keyes e Faiz Shakir, “Fear Inc.: The Roots of Islamophobia Network in America, The Center for American Progress, August 2011, listaram cinco líderes “islamofóbicos”: Frank Gaffney, David Yerushami, Daniel Pipes, Robert Spencer e Steve Emerson. Estes nomes aparecem na maioria dos relatos de “islamofobia”, junto com David Horowitz, Michael Savage, Pat Robertson, Sean Hannity, Bill O’Rilley, Mark Steyn, Michelle Malkin, Glenn Beck e Pamela Geller.
[xxxvi] Evidenciada no notório pronunciamento de Mohammed: “O fim do mundo não chegará se os Muçulmanos não lutarem contra os Judeus e mata-los até que os Judeus se escondam atrás de uma pedra ou uma árvore e a pedra ou a árvore gritarem: Ó Islam, há uma Judeu atrás de mim; venham e matem-no” (Sahih Muslim 6985).
[xxxvii] As outras duas são as Universidades da Santa Clara e Davis (http://frontpagemag.com/2013/robert-spencer/islamic-supremacist-nominated-as-uc-student-regent/.  Ver também David Horowitz & Robert Spencer, Islamophobia: Thought Crime of the Totalitarian Future (pamphlet) , September 8, 2011 (http://frontpagemag.com/2012/david-horowitz-and-robert-spencer/islamophobia-thought-crime-of-the-totalitarian-future-4/.
[xxxviii] http://news.bbc.co.uk/go/pr/fr/-/hi/europe/4764730.stm
[xxxix] Ibid.
[xl] N do T: A velha prática de levar canários para minas de carvão subterrâneas já salvou a vida de muitos mineiros. Enquanto o passarinho cantava, tudo ia bem. Se ele silenciasse era sinal de perigo iminente, como um vazamento de gás metano ou monóxido de carbono. Soava, então, um alarme e a mina era evacuada.
[xli] N do T: Ummah é a palavra árabe que significa comunidade ou nação, comumente usada no contexto islâmico para indicar a ‘comunidade dos crentes’: ummat al-muminin, todo o mundo muçulmano incluindo a diáspora. O Corão usa Ummah Wahida para se referir ao mundo islâmico unificado. (Ver, de autoria do Tradutor, SUBSÍDIOS PARA ENTENDER O ISLAM II, em http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=1937)
[xlii] “Hamas Leader Mahmoud al-Zahar Justifies Persecution of Jews in History an Promises that Jews ‘Are Headed to Annihilation’ “, MEMMI, November 12, 2010.
[xliii] “The Islamic Genocide Plan”, FrontPage Magazine.com, December 1, 2006. Ver também “Statements by Radical Muslims calling for the destruction of Israel (and its ally, the United States, Discover the Networks, January 2007, http://www.discoverthenetworks.org/Articles/genocidequotesjan.html. Citações de Jihadistas contemporâneos são tomadas preferencialmente dessas duas fontes.
[xliv] “Para concluir a minha admoestação eu gostaria de dizer que o que eu mais espero é que, ao me aproximar do fim da minha vida, Allah me conceda a oportunidade de ir para a terra da jihad e resistência, mesmo que seja numa cadeira de rodas. Eu atirarei nos inimigos de Allah, os Judeus, e eles jogarão uma bomba sobre mim e, portanto, eu terminarei minha vida com o martírio”. Sheik Yusuf al-Qaradhawi: “Allah imposed Hitler upon the Jews to Punish Them – Allah Willing, the Next Time will be at the Hands of the Believer”, MEMRITV.org, January 28-30, 2005.
[xlv] Declaração do World Islamic Front statement “Jihad Against Jews and Cruzaders”, February 23, 1998, em http://www.fas.org/irp/world/para/docs/980223-fatwa.htm
[xlvi] Safa Haeri, “Iran on course for a showdown”, Asia Times, 28 de outubro de 2005
NOTAS EXPLANATÓRIAS
Nestas notas, além de alguns esclarecimentos, as citações corânicas abreviadas pelo Autor (Spencer) serão citadas na íntegra seguindo a edição do Significado dos Versículos do Alcorão Sagrado, com comentários, em tradução para o Português do Professor Samir El Hayek, aprovada pelo Imã da comunidade Islâmica do Brasil, Dr. Abdallah Abdel Chakkur Kamel, com apresentação do Sheik Ahmad Saleh Mahairi, Mestre em exegese do Alcorão pela Universidade de Riadh, Arábia Saudita, 14ª edição (2009), publicada pela MarsaM Editora Jornalística Ltda., São Paulo. O primeiro número se refere à Sura ou Surata, o segundo ao Versículo.
A – 9:29: Combatam aqueles que não acreditam em Allah, nem no Dia do Juízo, nem proíbem o que Allah e seu Mensageiro proibiram, nem seguem a religião da verdade, mesmo que eles sejam Povos do Livro (N do T: Judeus e Cristãos – o Livro: a Bíblia), até que eles paguem a Jizya (imposto por cabeça) em reconhecimento da superioridade (do Islam), e se submetam.
B – 2:63: E de quando exigimos vosso compromisso e levantamos acima de vós o  Monte (N do T: Monte Sinai, Turi-sinnin) dizendo-vos: Apegai-vos com firmeza ao que vos concedemos e observai-lhe o conteúdo, quiçá Me temais.
2:64: Apesar disso, recusaste aquilo depois e, se não fosse pela graça de Allah e pela Sua misericórdia para convosco, contar-vos-íeis entre os desventurados.
2:65:  Já sabeis o que ocorreu àqueles dentre vós que profanaram o sábado; a esses dissemos: Sede símios desprezíveis!
C – 5:59: Dize-lhes: Ó adeptos do Livro, pretendeis vingar-vos de nós somente porque cremos em Allah, em tudo quanto nos é revelado e em tudo quanto foi revelado antes? A maioria de vós é depravada.
5:60: Dize ainda: Poderia anunciar-vos um caso pior do que este ante os olhos de Allah? São aqueles a quem Allah amaldiçoou, abominou e converteu em símios, suínos e adoradores do sedutor; estes encontram-se em pior situação e mais desencaminhados da verdadeira senda.
D – 7:166: E quando, ensoberbecidos, profanaram o que lhes havia sido vedado, dissemos-lhe: Sede símios desprezíveis!
E – 98:6: Em verdade os incrédulos dentre os adeptos do Livro, bem como os idólatras, entrarão no fogo infernal, onde permanecerão eternamente. Estas são as piores (ou mais vis) das criaturas.
(Comentários do Prof. El Hayek: “Receberem a faculdade da discriminação entre o certo e o errado e então rejeitarem a verdade. Isto constitui o pior dos desatinos que as criaturas dotadas de tal faculdade poderiam cometer. Isto acarretará punição, quer a pessoa se denomine “filho de Abraão” ou um dos redimidos por Cristo, ou guie-se meramente pela luz da natureza e da razão, como os pagãos. Aos olhos de Allah, a honra não é oriunda da raça ou da profissão de fé, mas da conduta sincera e virtuosa”).
F – 19:35: É inadmissível que Allah tenha tido um filho. Glorificado seja! Quando decide uma coisa, basta-lhe dizer: Seja, e é!
(Comentários do Prof. El Hayek: “Gerar um filho é um ato fisiológico que depende da necessidade da natureza animal do homem. Allah, o Altíssimo, é independente de todas as necessidades e é quebra da Lei atribuir-Lhe tal ato. Isto constitui meramente uma relíquia das superstições pagãs, antropomórficas e materialistas”).
G – 9:5: Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os, porém, caso se arrependam, observem oração e paguem o zakat (tributo religioso para aos Muçulmanos pobres, impropriamente traduzido como esmola. É o terceiro dos cinco pilares do Islam. Significa, literalmente, “crescer” ou “aumentar”), abri-lhes o caminho. Sabei que Allah é Indulgente e Misericordiosíssimo.
H – 9:29: Combatei aqueles que não creem em Allah e no Dia do Juízo Final, nem se abstém do que Allah e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que paguem de bom grado a Jizya (taxa de compensação para aqueles não aceitam o Islam mas que concordam em viver sob sua proteção) e se sintam submissos.
I – 8:39: Combatei-os até terminar a intriga e prevalecer totalmente a religião da Allah. Porém se se retratarem, saibam que Allah bem vê tudo o quanto fazem.
J – Jihad: Hadith (ditos e atos do Profeta Maomé): “Eu recebi a ordem de lutar contra os povos até que eles testemunhem o fato de que não há outro Deus senão Allah e acreditem que eu sou o Mensageiro (do Senhor), e em tudo o que eu disser. Quando eles afinal se submeterem [islam], seu sangue e sua riqueza serão protegidos”.
Esta é a essência da Jihad (guerra santa), o esforço compulsório dos fiéis em expandir o território islâmico às expensas de territórios não-islâmicos. Tem sido um aspecto central da vida dos muçulmanos desde 624. A primeira fase, que abrange o século VII incluindo as atividades bélicas do próprio Maomé depois da hijra (fuga para Medina) foi seguida pela segunda, chamada de teológica, teórica e legal, iniciada após a morte do Profeta e inclui a expansão do Islam pela Península Arábica, Ásia e Mediterrâneo. Foi então que os jurisconsultos elaboraram o conceito teológico de jihad baseados nos atos e palavras de Maomé (os ahaddith). ibn Khaldun (ver Nota 23) nos diz que existem quatro tipos de guerra (op.cit., p. 224): 1- causada por ciúme ou inveja entre tribos vizinhas ou famílias concorrentes 2- causada por hostilidade, usualmente ocorre entre nações selvagens com o intuito de privar o inimigo de seus bens e/ou do usufruto dos mesmos 3- aquelas que a lei religiosa chama de ‘guerra santa’ e 4- guerras dinásticas contra dissidentes ou que recusam obediência. As duas primeiras são guerras injustas, as duas últimas são guerras justas.
Para alguns a jihad seria o sexto Pilar do Islam. Os cinco reconhecidos pelos sunitas são: a profissão de fé no único Deus e seu Profeta (Shahadah), as orações cinco vezes ao dia (Salat), o jejum (Sawm) nos dias prescritos principalmente no mês de Ramadan, a caridade, doação de bens (Zakat) e a peregrinação a Meca (Hajj) ao menos uma vez na vida. Para os xi’itas são mais abstratos e voltados para o interior do indivíduo: a crença no Deus único, no Dia do Juízo Final, a crença nos Profetas Islâmicos, Judeus e em Jesus, na liderança dos Doze Imans e na Justiça. As expressões externas da religiosidade, embora cruciais, não são consideradas como Pilares pelos últimos. A Shahadah inclui a crença em todos os Profetas citado no Corão (são 25), pois sua mensagem é basicamente a mesma e é chamada submissão (islam), porque veio da Única e Mesma Fonte, Deus, e serve para o mesmo propósito: guiar a humanidade no Caminho Correto de Deus’ (Shari’ah). Mesmo não sendo um dos pilares, a jihad é uma obrigação corânica para todos os fiéis. O site do Iman Hasan-al-Bana tem uma excelente compilação.
De acordo com a teoria da jihad os habitantes da terra da guerra (dar al-harb) são infiéis a serem combatidos porque se opõem ao estabelecimento da lei islâmica em seus países. Como inimigos de Allah eles não têm direitos: eles podem ser tomados como escravos, seqüestrados, roubados ou mortos e a tomada de suas propriedades pelos muçulmanos é lícita (mubah).  Se eles resistirem à jihad podem ser deportados. Os infiéis residentes na terra do armistício (dar al-hudna) são respeitados entre as guerras. Em princípio o armistício não deve ultrapassar dez anos, quando então a jihad será reiniciada. O Sheik Mohamed Sayed Tantawi, ex-Grande Imã da mesquita egípcia de Al Azhar, a instituição religiosa mais prestigiada do Islam sunita, procurou esclarecer que “há uma grande diferença entre o terrorismo e a “Jihad”. ‘A Jihad na religião islâmica significa que o muçulmano defenda sua fé, seu país com seus bens e integridade territorial. Se o inimigo invadir um país muçulmano, a guerra santa contra ele é um dever’, afirmou o clérigo ao jornal árabe “Asharq Al Awsat”. Porém, isto não significa que o terrorismo não seja um de seus métodos, cada vez mais empregado na atualidade.
K – Dhimmi (‘protegido’) é o status de minorias não-islâmicas vivendo na Ummah (Dar AL-Islam), submetidas à shari’a e pagando impostos elevados. Originalmente foi usado para os Povos do Livro (Judeus e Cristãos) conquistados. Um precedente clássico foi o acordo feito entre Maomé e os Judeus de Khaybar, um oásis perto de Medina. Quando eles se renderam, depois de prolongado cerco, o Profeta permitiu que eles permanecessem desde que pagassem como tributo a metade de sua produção anual.
L – A Shari’ah (“o caminho para a fonte da água” ou simplesmente “o caminho”) é baseada nas palavras e atos do Profeta (Haddith), uma coleção de aproximadamente 40.000, formando um corpo de leis, lendas e histórias sobre a vida de Mohammed, (estas histórias chamam-se em Árabe Sunnah e incluem a sua biografia, ou sira) e os próprios dizeres nos quais ele justificou as suas escolhas ou ofereceu conselhos; muitas partes do Haddith provêm dos companheiros do Profeta (Sahaba). São inferiores em importância apenas em relação ao Corão e para a maioria dos muçulmanos, o Haddith contém uma exposição com autoridade sobre os significados do Corão. A lei islâmica é deduzida dos atos, afirmações, opiniões e modos de vida de Mohammed.
Sahih MuslimSahih Muslim (Arabic: صحيح مسلم, ṣaḥīḥ Muslim, full title Al-Musnadu Al-Sahihu bi Naklil Adli) is one of the Kutub al-Sittah (six major ahadith) of the hadith in Sunni Islam. It is the second most authentic hadith collection after Sahih al-Bukhari, and is highly acclaimed by Sunni Muslims as well as Zaidi Shia Muslims. It was collected by Muslim ibn al-Hajjaj, also known as Imam Muslim. Sahih translates as authentic or correct.
No Islam não há separação entre a religião e o direito, todas as leis sendo religiosas e baseadas nas escrituras sagradas ou nas opiniões de líderes religiosos. Muçulmanos tradicionais acreditam que os acadêmicos islâmicos dos passados 1400 anos foram bem sucedidos na maior parte em determinar a exatidão de boa parte do Haddith. A literatura, como um todo, foi passada de geração em geração oralmente até meados do século VIII (menos de 100 anos após a morte de Mohammed e seus companheiros), ponto a partir do qual foram escritas. Assim derivada, a Shari’ah não pode ser alterada, mas há certa liberdade de interpretação pelos imans, a jurisprudência islâmica, fiqh, que é dividida em duas partes: o estudo das fontes e metodologia (usul al-fiqh, “raízes da lei”) e as regras práticas (furu’ al-fiqh, “ramos da lei”).
Existem seis principais coleções de haddith, as Kutub al-Sittah (https://en.wikipedia.org/wiki/Kutub_al-Sittah). A mais usada pelo Autor do texto é a Sahih (autêntico ou correto) Muslim ou Al-Musnadu Al-Sahihu bi Naklil Adli (http://www.dic-chicago.org/books/SahihMuslim.pdf), colecionada por Muslim ibn al-Hajjaj, considerada a segunda mais autêntica depois de Sahih al-Bukhari (https://en.wikipedia.org/wiki/Sahih_al-Bukhari). São aceitas pelos Muçulmanos Sunitas e também pelos Zaidi Shia (xi’itas).
Como um sistema legal a Shari’ah cobre uma grande gama de tópicos. Enquanto outros códigos lidam primariamente com o comportamento público, a Lei Islâmica cobre também o comportamento privado e as próprias crenças individuais. No Islam não há separação entre a religião e o direito, todas as leis sendo religiosas e baseadas nas escrituras sagradas ou nas opiniões de líderes religiosos. De todos os sistemas legais existentes hoje a Shari’ah é a mais estrita e intrusiva, principalmente no que se refere às mulheres.
Algumas interpretações são usadas para justificar punições cruéis, como amputações e apedrejamento, as diferenças nos tratamentos das mulheres sobre herança, vestimentas e independência.
Cada localidade tenta conciliar o Islam com os costumes locais, daí surgindo distintas escolas de pensamento Islâmico: as escolas Sunitas são Hanbali, Maliki, Shafi’i, Hanafi e a escola shi’ita, Já’fari. Os nomes são derivados dos scholars que as inspiraram. Elas diferem no peso que dão às fontes da Shari’ah: o Corão, o haddith, os scholars islâmicos e o consenso da comunidade.
O casamento e o divórcio são os aspectos mais relevantes, enquanto a lei criminal é a mais controversa. Existem várias categorias de ofensas. Aquelas que exigem uma punição específica pelo próprio Corão, conhecidas como hadd, as que podem ser julgadas e as que são resolvidas pela Lei de Talião – olho por olho, dente por dente. Os crimes listados como hadd são cinco: relações sexuais ilegais (sexo fora do casamento, adultério), acusações falsas de relações sexuais ilegais, ingerir bebidas alcoólicas, roubo e assalto às caravanas (hoje assalto nas estradas). A punição para as ofensas hadd são: flagelação, apedrejamento, amputação, exílio e execução.
De acordo com a Shari’ah:
São punidos com a morte:
- Criticar ou negar qualquer parte do Corão
- Criticar ou negar que Muhammad seja o Profeta
- Criticar ou negar Allah como o deus do Islam
- O abandono da fé Islâmica por conversão
- Os não-Muçulmanos que convertem Muçulmanos
- O roubo é punido com a amputação da mão direita
Algumas prescrições:
- Um homem pode casar com uma menina de qualquer idade só podendo consumar o casamento quando ela tiver 9 anos
- Segundo o Haddith 5.251 (Livro 41, Kitab Al-Adab) o clitóris deve ser cortado quando ainda meninas
- Uma mulher pode ter um marido, mas um homem pode ter 4 esposas, já Muhammad podia ter quantas quisesse
- Um homem pode se divorciar unilateralmente, mas uma mulher precisa do consentimento do marido para se divorciar
- O marido pode bater na sua esposa por insubordinação, desde que não deixe marcas visíveis
- O testemunho de 4 homens é necessário para comprovar o estupro de uma mulher
- Uma mulher estuprada não pode testemunhar em juízo contra seus estupradores
- O testemunho de uma mulher em juízo só é permitido em caso de controvérsia a respeito de propriedades e sempre terá direito à metade do quinhão do homem
- Uma mulher pode herdar no máximo a metade do quinhão dos homens
- Uma mulher não pode dirigir um carro porque isto leva à tentação e perturbação da ordem (fitnah)
- Uma mulher não pode falar sozinha com um homem que não seja seu marido ou parente
- Só se podem comer alimentos preparados segundo a Hallal, sacrificados a Allah
- Os muçulmanos podem praticar a mentira piedosa (Taqiyya) aos não Crentes – negar Allah – para salvar suas vidas e implementar o Islam.
M – 4:141 (A Sura 4 é denominada An Nissá (As Mulheres): Que vos espreitam e dizem, quando Allah vos concede uma vitória: Acaso não estávamos convosco? Por outra, se a vitória tivesse cabido aos incrédulos, dir-lhes-iam: Acaso não estávamos em vantagem sobre vós, protegendo-vos dos crentes? Allah os julgará no Dia da Ressureição e jamais concederá supremacia aos incrédulos em relação aos crentes.
(Comentários do Prof. El Hayek: Os métodos e os motivos da hipocrisia são completamente desmascarados aqui. Ela não tem escrúpulos, igualmente, espreita uma oportunidade de transformar qualquer evento ao sabor de suas próprias vantagens. Se uma batalha é travada entre dois princípios inconsistentes ela não acredita em nenhum dos dois, mas espreita, esperando pelo resultado. Existe uma incessante luta entre o bem e o mal neste mundo. Se o bem se matizar como vencedor, os hipócritas cerrarão fileiras ao seu lado com palavras suntuosas, tomando a si grande parte do crédito. Talvez o fiel da balança se incline para o outro lado, mais tarde: então eles terão de fazer as pazes com o mal. Oh, dirão eles airosamente, ‘estávamos nas fileiras de vossos inimigos antes, mas com o intuito de vos proteger, uma vez que eles eram muito mais fortes que vós!’ Isto talvez possa satisfazer as exigências deste mundo, mas o dia de sua prestação de contas virá finalmente. Porque o bem deverá, em última análise, triunfar).
N – Fatwa: (plural fataawa) é um pronunciamento legal no Islam emitido por um especialista em lei religiosa, sobre um assunto específico. Normalmente, uma fatwa é emitida a pedido de um indivíduo ou juiz de modo a esclarecer uma questão onde a fiqh, a jurisprudência islâmica, é pouco clara. Um acadêmico que seja capaz de emitir fataawa é conhecido por mufti. Porque no Islam não há uma estrutura central, também não há unanimidade quanto ao método de determinar quem pode emitir uma fatwa e quem não pode. Isto leva alguns acadêmicos a se queixarem de que demasiadas pessoas se sintam qualificadas para emitir fataawa.

Copyright 2013: David Horowitz Freedom Center

Publicado em ISLAM, RELIGIÃO, TERRORISMO | Comentários desativados

GUERRA DO PT CONTRA MORO

(Da coluna de Carlos Brickmann)

Atenção: o comando das atividades virtuais do PT determinou ataques maciços contra o juiz Sérgio Moro, que julga os processos da Operação Lava-Jato. É acusado de cometer excessos; ressuscitaram procedimentos abertos contra ele há uns 15 anos (e nos quais foi inocentado faz muito tempo); é alvejado até por ter recebido a estatueta Faz Diferença do Grupo Globo, que a entregou a diversas personalidades cujo trabalho faz diferença.
Exemplos do nível dos ataques: “Como atestar credibilidade a um juiz que recebe presentinhos do capo Marinho e seus asseclas?”; e “O novo garoto-propaganda da Globo a serviço não da Justiça, mas de um bando de jagunços da direita brasileira sob a chancela da mídia”.
A decisão de atacar o juiz provavelmente se deve à conclusão de que há forte possibilidade de que réus petistas envolvidos no Petrolão sejam condenados, e é preciso transformá-los urgentemente em “guerreiros do povo brasileiro”.

Publicado em COMUNISMO, FALCATRUAS DO PT, FALCATRUAS DO PT, POLÍTICA BRASILEIRA | Comentários desativados

COMPROVAÇÃO DAS FRAUDES NA VENEZUELA

Leamsy Salazar denunciou: chavistas acrescentaram votos falsos para “roubar as eleições” em 2013


Diário ABC – Espanha

Extrato do novo livro de Emili J. Blasco, “BUMERAN CHÁVEZ. Los fraudes que llevaron al colapso de Venezuela”, com venda exclusiva em amazon.com e amazon.es.



Os computadores secretos dos chavistas indicavam bem claro. Às seis da tarde, hora em que em 14 de abril de 2013 deviam fechar os centros eleitorais na Venezuela, Henrique Capriles Radonski havia ganhado as eleições presidenciais. Era sua a faixa tricolor que, não obstante, ao final de um processo trapaceado, Nicolás Maduro acabaria pondo. Um sistema informático paralelo ao oficial permitia ao chavismo saber em tempo real ao longo do dia a evolução do voto, assim como o número de votos falsos que devia produzir para dar um giro no resultado. Isso ocorreria no marco de um processo completamente eletrônico, como é habitual na Venezuela, e com a cumplicidade do Conselho Nacional Eleitoral (CNE). Grande parte da fraude foi gestada em Cuba.
Às dez da manhã, Diosdado Cabello se apresentou na sede da Prefeitura de Caracas, no município Libertador. O número dois do regime chegou com seu chefe de segurança, Leamsy Salazar. Ambos subiram ao andar do gabinete do prefeito e se encaminharam a uma dependência próxima. Ali se havia instalado uma sala de seguimento informático eleitoral considerada “top secret”. De acesso absolutamente restrito, nela se entrevistaram Cabello, presidente da Assembléia Nacional, e Jorge Rodríguez, prefeito caraquenho e grande mago do engano eleitoral chavista.
Na sala, dispostos em forma de U, havia vinte e quatro monitores, um para cada estado venezuelano, mais um central que totalizava os dados de todo o país. Testemunha já de uns quantos segredos do chavismo, Salazar se deu conta desde o primeiro instante do irregular da situação: nas telas estavam aparecendo os votos que Capriles e Maduro iam conseguindo. Isso nem sequer o CNE podia conhecer, dado que as máquinas eletrônicas de votação só se conectavam em rede no final, para transmitir os resultados.
Os centros eleitorais haviam aberto às seis da manhã e em poucas horas o candidato da Mesa de Unidade Democrática (MUD) já havia ganhado boa dianteira. “Maldita seja, vamos permitir que este ‘marica’, o porra do Capriles ganhe esta merda de eleições?”, perguntou Cabello. Salazar conta que então os dirigentes do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) fizeram uma reunião de urgência, à qual depois se somou o vice-presidente Jorge Arreaza. Às quatro da tarde Capriles continuava acima, segundo nossa testemunha, por 220.000 votos. Tinham que rasgar o baralho.
“Foi quando nesse dia o sistema de internet caiu. Pouco depois Arreaza saiu em público anunciando que tinha ocorrido um problema com a internet e que estavam ajeitando. Quando se restituiu o serviço as telas dos computadores começaram a reverter a situação. Iam chegando mais votos para Maduro”. O clima mudou na sala e os hierarcas chavistas começaram a rir-se cinicamente. “Estavas cagado, não é?”, se diziam entre eles. No final da noite, o CNE proclamou Maduro vencedor por 223.599 votos: lhe atribuiu 7.587.579 (50,6 por cento), frente aos 7.363.980 de Capriles (49.1 por cento). O que havia acontecido?
Salazar aduz que a queda da internet foi provocada para descarregar o tráfico na rede telefônica e assim poder dirigir com maior garantia o complexo volume de dados que o sistema informático paralelo do PSUV alimentava. Por baixo dos panos, o CNE havia entregue a ativistas do partido o comando técnico das máquinas de votação e de outros processos-chave da jornada.
PRORROGAÇÃO INJUSTIFICADA
Para essa operação final o chavismo necessitava de tempo, assim que pouco antes das seis da tarde, quando deviam encerrar os centros eleitorais, o CNE anunciou que prorrogava o horário até às oito onde se necessitasse. Os votos para Maduro foram mais abundantes nos centros que demoraram seu encerramento, com um inexplicável pico, totalmente anômalo, especialmente pronunciado entre as 19:30 e as 20:05 horas. Entre as seis e as oito, Maduro recebeu mais de seiscentos mil votos, um volume que materialmente não era possível somar mediante o procedimento natural de votação.
Os especialistas em segurança informática, Anthony Daquin e Christopher Bello, concluem que há 1.878.000 eleitores falsos (múltipla cedulação). Além disso, na auditoria do sistema de votação na qual pôde participar, Bello comprovou que as máquinas de votação tinham quatro BIOS (Basic Input Output System). Isso facilitava a comunicação com dispositivos externos e teria possibilitado tanto a contagem do voto quanto a emissão de voto originalmente falso.
O roubo eleitoral foi confirmado confidencialmente aos Estados Unidos por alguns dos principais dirigentes chavistas. Desaparecido Chávez, alguns começaram a entabular contatos indiretos para limpar seu passado. Emissários de Cabello e do novo ministro do Interior e Justiça, o general Miguel Rodríguez Torres, reconheceram o que todo mundo suspeitava. “Ok, é verdade. Acrescentamos trezentos e cinqüenta mil votos. As estações um, dois e três dos centros eleitorais estavam operadas por gente nossa. Capriles nos tirou novecentos mil votos, e teriam chegado a ser dois milhões se não chega a ter voto assistido e os demais procedimentos”.
Pode ser que as cifras estivessem arredondadas e que esse “acrescentar” se referisse somente ao voto fabricado de forma compulsiva no último momento. Em qualquer caso, era uma admissão em toda a regra de que haviam roubado a presidência.
UM LIVRO SOBRE AS FRAUDES QUE LEVARAM AO COLAPSO
Bumerán Chávez” é um relato, como aponta seu sub-título, sobre “as fraudes que conduziram ao colapso da Venezuela”. Escrito pelo jornalista de ABC, Emili J. Blasco e à venda na Amazon desde esta semana (segunda quinzena de abril) em versão impressa e digital, o livro sustenta que o colapso institucional, econômico e social do país caribenho não é fruto da dilapidação do legado de Hugo Chávez, senão conseqüência mesma de suas políticas. É o bumerangue que, ao voltar em seu vôo, quebra o espelho no qual se via a república bolivariana. Suas páginas aportam novas primícias sobre a ingerência de Cuba, a fraude eleitoral, a corrupção econômica, o narco-Estado e as relações com o Hizbolah. Há também revelações sobre a proteção do chavismo ao ETA e sua relação com Podemos [1].
Notas da tradutora:
[1] “Podemos” é um partido político espanhol de extrema esquerda criado em janeiro de 2014, cujo Secretário-Geral é o venezuelano chavista Pablo Iglesias, professor de Ciência Política na Universidad Complutense de Madrid e analista político e televisivo.
[2] Chamo a atenção dos leitores para o primeiro parágrafo de “Prorrogação injustificada”, denunciada por mim na ocasião em meu blog Notalatina (http://notalatina.blogspot.com.br/2013/04/a-fraude-foi-grande-vencedora-das.html), e posteriormente vivenciado pelos brasileiros nas eleições presidenciais de 2014.
Tradução: Graça Salgueiro

Publicado em AMÉRICA LATINA, COMUNISMO, FARC, FORO DE SÃO PAULO, IBEROAMÉRICA, LIVROS, TERRORISMO | Comentários desativados

CARTA A MADURO

Diego Arria a Nicolás Maduro:

Nixon en China fue una ópera. Nicolás en Panamá también lo es, pero bufa. En Panamá quedaste como lo que eres: un hombrecillo mediocre, sin mensaje, mendigando un estrechón de manos del líder del país que insultas. En tu afán de sonar llevaste un doble para que lo fotografiaran y ello se convirtiera en tema de las páginas de la farándula panameña. No funcionó. No pudiste sonar pero si te sonaron, ya que las cacerolas se oyeron claramente por dos días, cada vez que llegabas al sitio de reuniones.

Pretendiste ponerle condiciones a los Estados Unidos para “establecer conversaciones”. Dijiste que sería indispensable esclarecer “la oscurana” en torno a las sanciones a los miembros de tu pandilla que han sido identificados como violadores de derechos humanos y a quienes promoviste, en pueril actitud de desafío. No hay oscurana, mijo. Ya Obama ha dicho lo que todos sabíamos. Tu régimen no es una amenaza militar para los Estados Unidos, es apenas un furúnculo purulento en la nariz del continente. Representa el último reducto, ahora que Cuba se rindió, de una ideología que reprime, aprisiona, tortura, expropia y roba a los ciudadanos.

Pides una relación de respeto pero ello es imposible puesto que no puede haber respeto para un régimen como el tuyo, el cual ha llevado el país al barranco de la insolvencia financiera y de la miseria popular. Respetar tu régimen sería validar la tragedia que has generado en Venezuela. Eso no va a ocurrir. No habrá derogación del decreto estadounidense. Al contrario, habrá más sanciones, ahora que se han destapado las letrinas que conectan a Miraflores y  PDVSA con Andorra y los fugados de tu entorno hablan libremente a los medios europeos y estadounidenses sobre las relaciones entre el régimen y el narcotráfico.

Lo que tu llamas clamor de los pueblos por la derogación del decreto, para lo cual has hecho un show circense de recolectar 10 millones (o 13, como dice Cabello) de firmas  certificadas por el golem del CNE, es apenas el clamor de tus asalariados del ALBA. En Panamá ninguno de los otros líderes dijo esta boca es mía. Los países del Caribe hablaron con Obama sobre el futuro energético de sus países, un futuro en los cuales PetroCaribe ya no jugará mayor papel. Las señoras Kirchner, Bachelet y Roussef solo han tenido tiempo para pensar en cómo salir del laberinto de corrupción en el cual están metidas en sus respectivos países. Santos, como de costumbre, revalidó su título de rey de las guabinas.

Los minutos que te concedió el imperio, después de dos años de pedidos de audiencia,  solo te sirvieron para balbucear que “no eras un enemigo de USA, que el difunto tampoco lo fue”.  Pero en USA no han olvidado las grotescas imprecaciones del difunto en las Naciones Unidas o las consignas que tu gritabas hace poco junto a tus secuaces, esas frases románticas que rezan: “Váyanse a la mierda, yanquis del carajo”.

Le dijiste a Obama que querías construir la paz. Pero, mijo, para eso no necesitas a los Estados Unidos. Todo lo que tienes que hacer es renunciar a tu agonizante presidencia y llamar a elecciones libres y supervisadas por organismos internacionales. Todo lo que tienes que hacer es abrir las inmundas cárceles donde tienes a los presos políticos. Todo lo que tienes que hacer es poner en prisión a los ladrones de tu régimen, que son bastantes y recuperar el dinero que se han robado, el cual monta a miles de millones de dólares. Sería mucho el papel higiénico que se podría comprar con una pequeña parte de la suma robada.

Insistes en decir que la lucha contra la corrupción debe “ser interna”. Pero no la das. Tienes a los grandes ladrones tan cerca que los puedes tocar. Deja de promover y exaltar a los bandidos, deja de glorificar a los narco generales. Deja de reafirmar la naturaleza forajida de tu régimen. Eso si te daría la autoridad moral para decir que estás luchando internamente contra la corrupción. Pero no lo haces y, como resultado, tu régimen ha llegado a ser visto como el más corrupto del hemisferio y la economía que diriges ha sido medida como la más miserable del mundo. Esto es documentable, no exagero nada. Solo tienes que leer la prensa libre, no “El Correo del Orinoco”.

Utilizando el lenguaje diplomático de la revolución dices : “me encabrono cuando alguien habla de Venezuela porque yo no hablo de ningún país , cada quien maneja a su país…”.  Casi agregaste “como le da la gana”. Acaso no te preguntas por qué se habla en el mundo sobre Venezuela? Se habla por qué tu régimen es motivo de escándalo, desde Suiza hasta Andorra, desde Florida hasta Singapur.  Para resolver “nuestros problemas”, como dices, hay que tener la voluntad de resolverlos. Pero esa voluntad no existe porque el principal problema nacional es la pandilla que lideras.  Eso es lo insostenible de tu pedido, que no eres parte de una solución sino que eres el problema.

Hiciste (o dices que hiciste) cuatro exigencias a los Estados Unidos.: “reconocer la independencia de Venezuela y de su revolución; derogar el decreto; desmontar la maquinaria de guerra psicológica que existe en la embajada de los Estados Unidos en Caracas y tomar medidas para apresar a conspiradores que operan en Miami y Nueva York”.

Como diríamos en béisbol, te vas a ir de cuatro cero.

La primera exigencia es cursi, eso de reconocer nuestra independencia. Para eso, tendrías que expulsar a los cubanos enquistados en todos los sectores de tu régimen, dejar de viajar a La Habana a pedir instrucciones  y dejar de hipotecar al país a China.

La segunda, para los Estados Unidos es imposible reconocer una revolución que no existe. Ya te dijeron que el decreto no será derogado. Un país serio no toma medidas improvisadas.

La tercera exigencia es absurda porque ya “despediste” a los diplomáticos de USA en Venezuela y no te hicieron caso, eso se quedó en chiste.

Sobre lo relacionado con la cuarta exigencia, deberás enviar a USA todos los recaudos que prueben actos criminales de los venezolanos quienes estamos viviendo en este país. Mientras tanto, lo que sí  está pasando es que tus secuaces en USA están en la mira de la justicia.

Para rematar tu desastrosa aparición en Panamá te fuiste a una zona de la ciudad a pedir indemnización en contra de la intervención de USA en aquel país. Te permites protestar  en contra de la “injerencia” de USA en Venezuela pero vas a meter tu cucharón en Panamá. Te “encabronas” cuando hablan de Venezuela pero tú hablas en contra de USA en Panamá?  Es típico del chavismo pensar que las leyes no le aplican a ellos.

Ahora dirás que quien estuvo en Panamá, no fuiste tú, sino tu doble.

Publicado em AMÉRICA LATINA, COMUNISMO, FARC, FORO DE SÃO PAULO, IBEROAMÉRICA, SOCIALISMO, TERRORISMO | Comentários desativados

LIBERDADE X SOCIALISMO

Liberdade: o caminho para a justiça social – I

Casimiro de Pina

“Algures existem ainda povos e rebanhos, mas não onde vivemos, meus irmãos: aqui existem Estados. Estados? Que é isso? Bem, escutai, pois vou agora falar-vos da morte dos povos. Estado é o nome do mais frio de todos os monstros frios. Friamente, diz também mentiras; e a seguinte mentira desliza da sua boca: Eu, o Estado, sou o povo.” – F. Nietzsche

“É fora de discussão que a passagem das economias estáticas para economias de crescimento, nos dois últimos séculos, foi o facto essencial da história humana, desde o Neolítico.” – Jean-François Revel
Um dos maiores embustes da história económica é a identificação do capitalismo com o “egoísmo” e do socialismo, o suposto reino da fraternidade, com a “justiça social”.
É uma mentira de sucesso, com cerca de 300 anos de existência. Apesar de haver uma imensa literatura em contrário, desmentindo o formidável absurdo ínsito nesse maniqueísmo insustentável, a confusão, perfilhada pela vastíssima legião dos intelectuais pseudoprogressistas e pelos seus sequazes, prospera tranquilamente, com a cobertura babaca de uma certa comunicação social(ista) ao serviço, vá lá, dos inimigos da Sociedade Aberta e do Estado de direito, baluartes, ainda e sempre, do bom andamento dos negócios humanos e da prosperidade das nações.
Quando se pede, todavia, aos idiotas úteis, esses eternos guardiões da “ética” pública, a crer na beata propaganda, que apresentem um exemplo (apenas um, meu Deus!) de algum país socialista que tenha aumentado o rendimento das populações, e o conforto geral, o pânico toma conta da discussão. Não há exemplos! Népia. A douta lengalenga não tem, afinal, qualquer fundamento empírico.
A tralha ideológica dos fantoches da “justiça social” é apenas o salvo-conduto da tolice preconceituosa. De uma velha tolice, que o doutor Odair Varela sufragou, por ex., num recente programa televisivo, com aquele blá-blá-blá pomposo e vazio que se desfaz numa poeira de contradições insanáveis.
A racionalidade, feito o incómodo questionamento, perde-se toda, irremediavelmente, no limbo de uma falsa moralidade, engolida, nesse iter tão singular, pelo cinismo e pela reafirmação dogmática de crenças e crendices absolutamente primitivas.
A URSS de Estaline, a China de Mao Tsé-Tung e a ilha caribenha dos caquéticos irmãos Castro, sem falar do Camboja de Pol Pot, não passaram de caricaturas tragicómicas da “fraternidade revolucionária”, sociedades miseráveis e repressivas, tomadas pela barbárie da polícia política e pelo atraso endémico caucionado pelo Estado-patrão, “o deus que falhou” (A. Koestler), incapaz de reconhecer a primazia ontológica da Condição Humana.
Mas é incrível como os fariseus, perante factos abundantes e indiscutíveis, não enxergam o óbvio, repetindo, sem pudor, fantasias que a história copiosamente já desmentiu. Falta de seriedade patológica? Burrice geneticamente transmitida? Oportunismo táctico, visando manipular a maioria pela emoção e assim conquistar o poder? Venha o diabo e escolha!
O certo é que a palavra-adjectivo “social” tem um efeito poderoso. E quase mítico.
Hayek já o tinha salientado, explicando os paradoxos e truques sem fim do socialismo totalitário. Há um aspecto que tem passado ao lado; um aspecto decisivo, aliás.
Os regimes políticos verdadeiramente progressistas são aqueles fundados na garantia da propriedade privada, no império do Direito e na salvaguarda da liberdade individual.
Quais são os países com os maiores índices de Desenvolvimento Humano? Não o sabeis? São os países liberais. Ano após ano.
A liberdade é, claramente, o melhor caminho para a prosperidade, inovação e justiça social.
Os países liberais são e sempre foram os mais justos, onde os pobres têm mais oportunidades. E são democracias estáveis e pacíficas. O intenso movimento migratório de Cuba para os Estados Unidos é uma excelente prova desta verdade incontestável. O mesmo se passa, hoje, com a dramática vaga dos africanos “descamisados” em direcção à Europa, apesar da crise ali reinante.
A culpa é inteiramente nossa e temos que mudar, assumindo-a, o estilo de governação predatório, e autóctone.
Só a “elite” oportunista, viciada na ideologia colectivista, a qual lhe garante, de resto, o controlo do aparelho do Estado, com as suas sinecuras e clientelas (ou, pelo menos, um certo ar de “gente séria” e preocupada), é que não tomou consciência da realidade. É a Lei de Ferro das Oligarquias!
Os analfabetos por direito adquirido dirão, todavia, o seguinte: “Mas, senhor, não foi o capitalismo, a pauta emancipadora de Adam Smith, que destruiu o continente africano e delapidou as suas riquezas naturais?”. Não, não foi.
A miséria em África, como bem notou Jean-François Revel, é sobretudo filha do socialismo, que enfeitiçou as elites africanas no período pós-independência, da Etiópia de Mengistu Haile Mariam à Argélia autocrática de Boumediene.
As nacionalizações, no quadro do sistema de Partido Único, destruíram o tecido produtivo, criaram um Sector Público gigantesco e ineficiente, ademais corrupto, num universo ideológico que não tolerava qualquer crítica nem dispunha de um poder judicial independente, para controlar, enfim, os desmandos e os devaneios de uma nova classe de cleptocratas totalitários.
África isolou-se, então, olimpicamente, na redoma de um idílico “comunalismo”, extraído, talvez, da indestrutível Ujamaa, deixou de participar no comércio internacional, desprezou a liberdade económica, a base do capitalismo e da inovação tecnológica, construiu uma Política Patrimonialista e estabeleceu, tant bien que mal, uma Classe Oficial parasitária, sem escrúpulos, intolerante e sorvedoura das ajudas bilionárias que o continente recebeu, do Ocidente sobretudo, durante décadas a fio.
Quando vemos a atitude cínica de certos déspotas, petrificados no vazio da rapacidade, como não dar razão a David Landes, para quem “África não está numa situação tão má como parece, está simplesmente muito pior”?
A pobreza não é mais do que o subproduto da opressão e do abafamento da liberdade de iniciativa.
É isso que importa compreender, antes de tudo. O colonizador nem sempre é o homem branco.

Publicado em COMUNISMO, ECONOMIA, POLITICAMENTE CORRETO, SOCIALISMO, ÁFRICA | Comentários desativados