A POLITIZAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES NO GOVERNO OBAMA

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MEMORANDO LIBERADO REVELA SUJEIRAS DO FBI E DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA DE OBAMA

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TRABALHO ESCRAVO

Jacy de Souza Mendonça

Em 1973, participei ativamente da formação da Fazenda Vale do Rio Cristalino no município de Santana do Araguaia, no sul do Pará. Acompanhei o Presidente Sauer na visita ao Ministro do Interior, Rangel Reis, oportunidade em que este nos informou que o governo tinha interesse no desenvolvimento da Amazônia de forma empresarial e contava para isso com a colaboração da Volkswagen. Foi praticamente uma ordem revestida de cortesia. A compensação parcial do investimento através do imposto de renda era mínima (e foi desaparecendo rapidamente). Integrei depois o grupo que efetuou a compra das terras e conduzi o processo para aprovação do projeto na SUDAM.

Sauer apaixonou-se pela ideia e para concretizá-la buscou pareceres técnicos de profissionais nacionais e estrangeiros. Não foi fácil, já no início, que obrigava a abertura de uma clareira na mata. Os trabalhadores eram convidados em aldeias às vezes bem distantes. Os que aceitavam, exigiam sempre pagamento antecipado de parte dos salários, para deixar com a família enquanto não tinham condições de levá-la. Moravam, nos primeiros dias, como era hábito na região, em barracas levantadas com folhas de bananeira.

Em pouco tempo surgiu um local lindo, aprazível. Para os empregados foi construída uma vila com casas de alvenaria, de três dormitórios, água e luz, incluindo um terreno privativo para criarem galinhas, porcos, animais domésticos e formar uma horta e um pomar. Foram construídos 155 km de estradas, inúmeras pontes, açudes e uma pista de pouso para aviões. Na entrada da Fazenda havia um hospital, com o atendimento fundamental prestado por médicos, dentistas e enfermeiros. Em caso de doença grave ou acidente, o avião da companhia levava o paciente aos hospitais de cidades próximas. Instalou-se uma serraria e uma oficina mecânica. Havia uma bela casa de hóspedes e uma encantadora escola. Inesquecível a comovente inauguração desta, com crianças que costumavam andar nuas, trajando agora uniformes, usando sapatos pela primeira vez na vida e cantando o Hino Nacional, enquanto o Ministro içava a bandeira brasileira ao som das araras e tucanos que cortavam os céus.

Todos tinham Carteira do Trabalho assinada, contribuíam para o INSS e seus direitos trabalhistas eram rigorosamente respeitados, inclusive o recolhimento do FGTS. Uma vez ao mês um fiscal do Ministério do Trabalho ia até para examinar as condições de trabalho, atualizar as Carteiras de Trabalho e fornecer outras para os novos empregados.

Não tenho aqui condições de fornecer mais detalhes dessa linda e monumental experiência, mas assim cresceu a Fazenda, chegando a um plantel de sessenta mil cabeças de gado, controlado por computador (pela primeira vez no Brasil), fazendo toda sorte de experiências com animais, frutas e legumes.

De repente, começaram a circular em páginas da imprensa de todo o País, sob inspiração de um Bispo local, que lá havia trabalho escravo, o que justificava alegando que não havia meios de transporte para os empregados saírem da fazenda (e, de fato, não havia navio, trem ou ônibus, razão pela qual eles precisavam aproveitar carona quando um caminhão saía de lá); dizia também que os trabalhadores eram obrigados a comprar tudo o que necessitassem no armazém da Fazenda (realmente, lá não havia shopping, por isso foi instalado um armazém onde estavam à disposição os produtos necessários à vida deles).

A intensidade da acusação de trabalho escravo chegou a tal ponto que irritou a matriz alemã e ela decidiu fechar a Fazenda, abandonando tudo o que investira no projeto. Todos os trabalhadores voltaram a viver em malocas, sem hospital nem escola, sem trabalho (com ou sem Carteira do Trabalho) nem salário… as crianças voltaram a andar nuas, sem sapatos nem escola…

Registre-se o fato, que dispensa comentários, neste momento em que o assunto trabalho escravo volta à pauta.

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EUROPE RIGHT NOW!

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O OUTRO LADO DA NOTÍCIA 20/10/2017

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A ” DIGNIDADE” DAS ESQUERDAS REVOLUCIONÁRIAS

Isto é digno?


Por Ney de Oliveira Waszak


Eu não suporto mais ouvir falar em trajetória digna de militantes de esquerda.
A propaganda, com base nazista, fica repetindo e endeusando esquerdistas, como o bandido e terrorista josé dirceu, codinome Daniel, tendo uma bela trajetória de vida. Vamos ver?
Foi líder estudantil entre 1965 e 1968, ano em que foi preso em Ibiúna, no interior de São Paulo, durante uma tentativa de realização do XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE).
Em setembro de 1969, com mais quatorze presos políticos, deportados do país, em troca da libertação do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, que fora seqüestrado por guerrilheiros marxista-lenistas conhecidos como MR-8 e ALN. Isto é digno?
Que excelente início: preso por participar de convulsão onde houve morte de um estudante e depois de preso foi deportado, por troca exigida por seu grupo TERRORISTA. Isto é digno?
Exilou-se em Cuba e fez plásticas com o objetivo de não ser reconhecido, ao retornar ao Brasil, mas somente retornou definitivamente em 1971, de forma clandestina, com o nome falso de “Carlos Henrique Gouveia de Mello”, instalando-se na cidade de Cruzeiro do Oeste. Isto é digno?
Viveu clandestinamente, em São Paulo, mas quando teve sua segurança ameaçada, retornou a Cuba, sendo que em 1975 volta ao Brasil. Isto é digno?
Em atividade com o Movimento de Libertação Popular, ele teria participado do ASSASSINATO de um sargento da Polícia Militar em São Paulo, em 1972. Isto é digno?
Foi beneficiado pela anistia, e se elegeu deputado, lembro que há época qualquer um que se dizia ter lutado no Araguaia, contra a ditadura era eleito. Conforme já afirmei, a ignorância política do nosso eleitor faz esse tipo de coisa, pois 90% não têm a menor ideia do que foi a guerrilha naquela região, mas a propagando de esquerda implantou o conceito, de que lutavam por democracia, o que é MENTIRA.
Em 1995 foi indicado por lula para disputar no encontro nacional do partido e ganhar a presidência nacional do Partido dos Trabalhadores, cargo para o qual se reelegeria em 1997 e 2001. Dirigir o partido de terroristas e bandidos. Isto é digno?
josé dirceu foi Ministro-Chefe da Casa Civil no governo do presidente luiz inácio lula da silva, de 1 de janeiro de 2003 até 16 de junho de 2005, quando pediu demissão do cargo de ministro, acusado de corrupção. Isto é digno?
Sua demissão ocorreu em meio à crise política, que surgiu após denúncias de corrupção nos Correios e em outras empresas estatais, vindo à tona após acusações do deputado Roberto Jefferson. Isto é digno?
Aproximadamente à meia-noite e meia de 1 de dezembro de 2005, Dirceu teve o seu mandato cassado por quebra de decoro parlamentar. Isto é digno?
Em 9 de outubro de 2012 foi condenado por corrupção ativa no processo conhecido como Mensalão do pt, junto com josé genoíno e delúbio soares, pelo Supremo Tribunal Federal. Isto é digno?
No dia 12 de novembro de 2012 foi condenado a 10 anos e 10 meses de prisão. Isto é digno?
Em 03 de agosto de 2015 foi novamente preso, acusado de envolvimento em mais um caso de corrupção, na operação Lava Jato. Isto é digno?
A mídia comprada e corrompida, no Brasil, ao se referir ao josé dirceu (não houve erro na grafia no nome, inclusive nos anteriores), ou outros da mesma laia, costuma afirmar que têm bela trajetória.
Aproveito para lembrar que os diversos movimentos de esquerda, iniciados em 1960 (não em 1964), desejaram transformar o Brasil em país comunista, ditadura do proletariado, a exemplo de Cuba.
NÃO LUTARAM POR DEMOCRACIA. QUEM MANTEVE A DEMOCRACIA FOI O MOVIMENTO DA REDENTORA DE 1964.
Ney de Oliveira Waszak é Coronel na reserva.
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JORNALISTA NO EXÍLIO NECESSITA SUA AJUDA!

Quando tinha três anos, Alejandro Puentes esteve a ponto de ser seqüestrado na Colômbia. A intervenção dos transeuntes que viram a tentativa de seqüestro evitou o que podia ter sido o pior pesadelo de seus pais.  Andrea e Ricardo Puentes, os pais de Alejandro, superaram sua angústia quando seu filho ficou em segurança. Porém, alguns dias mais tarde, começaram a ser perseguidos por chamadas telefônicas anônimas. Desconhecidos descreviam a roupa das crianças e contavam com precisão o que haviam feito durante o dia. Eles formularam claramente suas exigências: se Ricardo não deixasse de trabalhar, de escrever, seu filho e suas filhas, todos menores de 6 anos de idade nesse momento, estariam em perigo.
Ricardo Puentes é um escritor e um jornalista de investigação da Colômbia. Ele é um dos poucos jornalistas que, apesar do grande risco pessoal, escreve a verdade sobre o grupo narco-terrorista que são as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), e sobre seus agentes infiltrados no governo colombiano. Sua família pagou um preço alto por isso. As ameaças à sua família foram tão extremas que as crianças tiveram que receber educação em sua casa e raras vezes saíam de seu lar. Durante um tempo o governo ofereceu uma certa proteção à família. Porém, em última instância, os artigos de Ricardo incomodavam ao governo. Ricardo revelou, entre outras coisas, o prevaricato cometido por uma promotora que admitiu falsos testemunhos em um processo judicial muito sensível. Ele também revelou um complô para assassinar o Procurador Geral da Colômbia no qual estavam envolvidos empregados da Prefeitura de Bogotá.
Por essas revelações, o dispositivo de proteção que Ricardo tinha foi retirado e as ameaças continuaram, mas desta vez saíam aparentemente de uma fonte institucional: o Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar. O domicílio de Ricardo começou a receber visitas freqüentes de supostos policiais e de funcionários da Prefeitura de Bogotá que afirmavam estar tratando de “vigiar pelo bem-estar” das crianças de Ricardo, ao mesmo tempo em que ameaçavam em levar as crianças para outro lugar. As alegações dessa gente careciam de fundamento, porém as pressões continuaram. Finalmente, Andrea e seus filhos viram-se obrigados a sair da Colômbia e vir para os Estados Unidos. Ricardo permaneceu em Bogotá para continuar seu trabalho até que um dia, em junho passado, foi convocado por um juiz. Durante a audiência, o jornalista foi informado de que havia sido acusado pela promotora corrupta de “difamação agravada” e que sua casa, sua única propriedade, havia sido apreendida. Ricardo se deu conta de que nunca poderia ter um julgamento justo e saiu imediatamente da Colômbia.
Agora Ricardo e sua família estão exilados nos Estados Unidos. Eles ainda não falam inglês, não têm familiares aqui e já não lhes resta nada em seu país de origem.
Conheci Ricardo através de meu pai, Miguel Posada Samper, que morreu há alguns meses. Ricardo e meu pai trabalharam juntos em vários projetos destinados a mostrar e estabelecer a verdade sobre as FARC, sobre sua infiltração no sistema judiciário da Colômbia e sobre a guerra que o narco-terrorismo trava contra o povo e contra o Estado colombiano. Em um de seus últimos artigos, meu pai disse que se as coisas na Colômbia continuassem como estão, “tudo o que nos resta é viver no exílio”. Agora Ricardo e sua família estão exatamente nessa situação. Ricardo Puentes é um homem valente e honesto. Ele não acredita em utopias. Ele acredita no respeito às leis deste país onde espera que sua família possa viver sem temor de ser intimidada, ou acossada e brutalizada psicologicamente. Ele está, certamente, fazendo os trâmites legais necessários para obter a permissão de trabalhar aqui. Isso levará tempo e, antes que consiga, suas possibilidades para manter sua família são muito limitadas.
Se você acredita na liberdade de imprensa e se admira os riscos que alguns jornalistas correm para fazer seu trabalho, por favor, ajude esta família.
Se você acredita no direito das crianças a viver livres de intimidações e do medo constante, por favor, ajude esta família.
Se você sabe o que são as FARC e quais atrocidades cometeram durante décadas na Colômbia, por favor, ajude esta família.
Se você emigrou para os Estados Unidos, e se um dia alguém o ajudou para que pudesse reiniciar sua vida aqui e prosperar, por favor, ajude esta família.

Link para doações: http://www.gofundme.com/ysujwc

Tradução: Graça Salgueiro

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BUROCRACIA CARTORIAL E RESULTADOS DA “PÁTRIA EDUCADORA”

Cartório

Ruan Varjão Dias

“Infeliz é aquele que precisa fazer uma procuração pública em Salvador”. Esse pensamento me era recorrente toda vez que o painel chamava uma senha diferente da minha. De tanto esperar para ser atendido em consultórios de dentistas e médicos, fazer algum serviço qualquer em repartição pública ou, como era o caso, obter uma procuração pública em cartório (esse já privatizado), desenvolvi uma estratégia peculiar para passar o tempo. Passei a observar as pessoas ao meu redor e tentar inseri-las em uma narrativa mental.

Naquela manhã preguiçosa e improdutiva, muitos foram os personagens da minha narrativa: a senhora que fazia questão de detalhar a cirurgia que estava prestes a ser submetida a uma desconhecida,  a qual demonstrava grande orgulho por conhecer o médico que iria realizar o procedimento; o jovem desleixado que fazia questão de demonstrá-lo através da camisa polo amassada, gola mal dobrada e pelo modo como fazia da cadeira a sua cama, onde provavelmente desejava estar; os irmãos que criavam brincadeiras em meio àquele ambiente cheio de adultos impacientes em virtude da longa espera; a universitária que aproveitava aquele momento para ligar para todos os seus amigos; a filha que acompanhava a mãe idosa e sentia-se feliz por fazê-lo.

Nenhum personagem, no entanto, mereceu mais atenção do que os amigos que conversavam sobre a bíblia e os adolescentes que, posteriormente, comentaram sobre a conversa. Os amigos revelaram desenvoltura para falar sobre a bíblia e seus livros: principiaram pelo Gênesis, rapidamente comentaram sobre o Êxodo e a sua importância para entender a bíblia, adentraram o Novo Testamento, permanceram longamente em Mateus até que encerraram com as suas estratégias pessoais para ler e assimilar lições da bíblia.

A partir daí, não pude mais distinguir o que conversavam do som ambiente. Percebi, então, que ao meu lado, dois adolescentes também escutavam a conversa dos amigos. A partir do momento que também não conseguiram mais ouvir o diálogo, sentiram-se confiantes para tecer seus comentários: começaram acusando os amigos de serem fanáticos religiosos e de que aquele não era o local apropriado para professarem a sua fé, falaram que se sentiram ofendidos pelo “papo bíblico” (assim denominado com ironia) e concluíram que “a religião é o ópio do povo”. A conversa, então, tomou um rumo hilário, quase cômico. Os adolescentes começaram a indagar quem era o autor daquela frase: não sabiam se era Sarte, Rousseau ou Lênin. Tinham certeza que era um dos três e passaram um bom tempo discutindo sobre quem seria o autor daquela frase.

Um dos adolescentes, depois de muita discussão, utilizou o seu celular e descobriu que era Marx: “É Marx, porra. Sabia que era algum autor francês. Só poderia ser francês, lá na França não existem tantos fanáticos e, por isso, eles vivem melhor.” O outro adolescente discordou da nacionalidade francesa de Marx, tinha certeza que era inglês. Resolveram pesquisar novamente e descobriram a nacionalidade do autor. Riram um pouco e concordaram que não importava o autor, o que importava era a profundidade da frase e que a religião realmente era o ópio do povo.

Um dos adolescentes, satisfeito com o término do debate,  acessou a sua conta do Facebook e mostrou ao seu amigo um artigo que havia “curtido”: tratava dos benefícios da maconha. Não pude mais acompanhar aquela discussão, após 3 horas de espera, finalmente, minha senha foi chamada.

O Autor é Engenheiro Químico pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

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WHITE OR RAINBOW HOUSE?

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