COMEMORAR O 31 DE MARÇO!
 

 

COMEMORAR, SIM! INTENSAMENTE E SEM RESERVAS !



General Marco Antonio Felício da Silva



31/03/2019



"A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam não se importam, não se manifestam"



Somente os de má fé, hipócritas, ressentidos com viés marxista e ignorantes não reconhecem as razões que nos levam a lembrar o 31 de Março de 1964. Dia em que - "A Nação que se salvou a si mesma" - povo e Forças Armadas (FFAA), deram início à contra-revolução, impedindo os comunistas, de armas na mão, de implantar a ditadura do proletariado no Brasil. A ditadura que levou à morte, nos países em que se instalou, mais de cem milhões de inocentes.



Dentre tais razões, esta última nos obriga, também, a comemorar o 31 de Março. As FFAA venceram o terrorismo, as guerrilhas, urbana e rural, indesejável guerra fratricida, cruel para ambos os lados. Preservaram milhares de vidas, a liberdade e a Democracia. Responderam aos anseios e inquietudes manifestados pela maioria da população, temerosa da tirania comunista.



Ao mesmo tempo, sob os governos militares, o País floresceu. Roberto Marinho, Diretor e Redator Chefe do O GLOBO, em 7/10/1984, vinte anos após, escreve: "Participamos da revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais..........ameaçados pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. ...... Sem povo, não haveria revolução, mas apenas um " pronunciamento" ou "golpe" com o qual não estaríamos solidários. ......... Volvendo os olhos para as realizações nacionais dos últimos 20 anos há que se reconhecer impressionante: em 1964, éramos a quadragésima nona economia mundial com população de 80 milhões de pessoas. .........Somos a oitava com uma população de 130 milhões de pessoas."



Esta é uma verdade pétrea, desfigurada pelos subversivos de antanho e por seus "herdeiros" atuais, que, fundamentados em Gramsci, mentirosamente, difundem nova "estória".  "Auto transformados" em democratas, amantes da liberdade e dos direitos humanos, ocuparam os mais altos postos dos (des)governos, da "Nova República", como os de FHC, Lula e Dilma. Ministros da Defesa, civis lenientes, e os chefes militares, adotando baixo perfil, em nome de falaciosa unilateral reconciliação da sociedade, permitiram que militares e FFAA fossem alvos de "escraches", afrontas e achaques. A infiltração marxista-gramiscista se expandiu, a corrupção permeou os poderes da República e o empresariado foi cooptado. O País faliu e a Lava Jato expôs o câncer que o invadiu. A Nação tornou-se insegura e temerosa.



 Bolsonaro eleito, carrega a esperança de limpar o País e recolocá-lo nos trilhos. Entretanto, a esquerda mantém viva a velha e corrupta política, infiltrada nos poderes da República, criando obstáculos quanto ao que o País necessita para sair da crise que criaram. Visam destruir Bolsonaro e seu governo, pleno de militares a serem desmoralizados com repercussões na imagem das FFAA. Não pensam no Brasil. Cabeças já se põem de fora ensaiando achaques e afrontas.



 



 Assim, é inaceitável que o Ministério Público Federal (MPF), conteste ordem do Presidente, proibindo, nas FFAA, comemorações do 31 de Março, sob pena de estarem cometendo ato de improbidade administrativa.



 Por  qual razão o  MPF não proibiu, o Presidente da Câmara dos Deputados, de celebrar, no dia 23 de Março ultimo, os 100 anos da revolução comunista na Rússia, advento de ditadura sanguinolenta? O Presidente da Câmara destacou a importância  da celebração de  tão importante fato histórico.



E o que fez o MPF, durante os governos corruptos do PT, nos casos de invasões do MST com extrema violência e até mortes. Ou no caso de líderes petistas e comunistas  incitando a violência  para a quebra da paz social?



 As Forças Armadas sim, têm que comemorar, juntas com a população, um dos seus feitos gloriosos que foi impedir a comunização do Brasil. Isso é cultuar  tradições  que, aliadas às posturas e decisões de seus respectivos chefes, com o acendrado sentimento de cumprir missão, fundamentam a mística própria de FFAA vencedoras. Lembrem-se: Esquecer é também trair!



A liberdade e a Democracia das quais, hoje, todos nós desfrutamos, devemos às Forças Armadas e não a ressentidos ideológicos ou corruptos de altos salários, querendo aparecer e manter privilégios, na contramão da maioria da opiniâo pública. As pesquisas de opinião, durante anos, assim o confirmam. A maior confiabilidade da Nação repousa em suas FFAA!



Salve o 31 de Março de 1964!